terça-feira, 28 de julho de 2020

Finalmente Chegando e Hã?

 Nossos aventureiros queriam sair daquela ilha o mais breve possível, mas uma tempestade chegou na ilha e K'Lango queria praticar voar antes visto que era um talento que ele não tinha até o presente momento. Então o trio de aventureiros foram obrigados a ficarem mais um pouco, os grifos já foram embora da ilha tornando o lugar tranquilo.
 Na manhã seguinte os aventureiros buscaram qualquer recurso da ilha que poderia auxiliar nessa pequena viagem acionaram seu Barco Dobrável e começou a aventura em alto mar. K'Lango usou seus conhecimentos de ex-pirata para manobrar e controlar o pequeno barco e Bode queria fiar bebendo água do mar, Anúbis geralmente o mais calado estava esperando o que viesse a acontecer.

 Com mais ou menos umas seis horas de viagem eles avistam um navio ao longe, K'lango aproveita o momento e voa na direção do barco esperando uma carona e melhores condições acontece que pertencia a um navio pirata pertencido a Pirata Raziya Basavi, uma pirata conhecida por sua beleza e sagacidade no mar, como capitã ela conquistava títulos e feitos que até mesmo o Barba Rubra, draconato que era o capitão de K'Lango, se impressonava. Após uma pequena negociação e K'Lango apelando para o código secreto dos piratas e se mostando um ex-pirata e pela sorte dos destinos Barba Rubra e ela sempre tiveram uma relação de companheiros de bebidas, ela aceitou aqueles pobres aventureiros em seu navio. Além de cobrar um pequeno gesto de fé ($$$).

 A Vento do Sul navegava tranquilamente entre as ondas e céu aberto, o navio estava carregado de seu último saque e sua tripulação estava com os ânimos elevados. K'Lango e Anúbis trabalharam apesar do segundo preferir mais dormir que outra coisa e Bode continuou explorando o navio de ponta a cabeça. Mas apesar de estarem com mais proteção no mar os problemas estavam longe de acabar. Durante a noite o navio foi abordado por seres que vieram das profundezas do oceano, esses seres tinham os rostos em formatos de enquias, seus pés eram nadadeiras e escamas cobriam todo o corpo deles. A maioria da tripulação estava em descanso após trabalhar o dia inteiro e coube aos aventureiros a lutarem contra os temíveis Seafolks.

Eram seis no total e a batalha espalhada no convés fez com que os aventueiros escolhessem direito quem cada um enfrentaria, as armas dos Seafolks pareciam líquidas, mas aertavam com a força do aço. Usando suas habilidades e contanto a deusa sorte eles conseguiram derrotar os Seafolks e a viagem prosseguiu. Eles avistaram um dragão branco que emanou sua áurea de medo no convés, mas o dragão nem se incomodou a ir em direção ao navio, ele foi em direção ao continente. Entretanto a cada dia o céu ficava cada vez mais nublado e os ventos mais furiosos, Anúbis teve uma previsão de uma tempestade que se aproximava e só falou com seus aliados até que o as primeiras gotas cairam no convés. A chuva caía incessantemente e as ondas estavam furiosas e muitas eram maiores que o próprio navio, raios caíam e ninguém conseguia descansar e todos os tripulantes estavam concentrados em passar esse desafio. 
 Em uma onda uma sombra apareceu e encarava o navio com seus olhos, a figura estava escondida pelas ondas, mas o que eles perceberam era que era grande. Essa onda foi em direção ao navio e tudo foi uma confusão e escuridão.


 Ao acordarem eles estavam vivos e em uma praia, pedaços de madeira estavam espalhados pela praia, o trio não sabia onde exatamente estavam, mas parecia ter chegado no continente. Eles se aventuraram até encontrar uma posto elfíco. Esse posto era protegido por uma muralha branca e lá dentro do forte tinham casas para seus ocupantes, uma taverna e uma sede para a líder desse posto, lá eles souberam que orcs entravam em conflitos constantemente e que ali eles iriam segurar qualquer avanço desses orcs.
O bode disse:
 -Estou com muita fome, vamos comer logo ali na taverna.
 K'Lango respondeu:
 -Concordo, não como a muito tempo.
Anúbis acenou com a cabeça e disse:
 -Vamos.

Na taverna parecia que estava tendo uma festa as mesas estavam ocupadas por pessoas de diferentes raças e conversavam e agiam de maneira casual, pareciam se conhecer de longa data. O taverneiro um homem gentil e conversador logo explicou que os elfos aceitavam qualquer raça para defender o posto e todos ali eram de grupos de aventureiros que conseguiram um trabalho com desafios e um lugar para ficar, explicou que a maioria dos aventureiros queriam um lugar para ficar e um teto sob suas cabeças. Ele pediu para contar seus feitos Carddulion já esperava que ao falar todos se assustassem, mas pelo contrário as pessoas ficaram mais animadas e começaram a pedir histórias e pagar cervejas para o bode, K'lango também aproveitou para contar alguns feitos e fazer amizades ali dentro, todos pareciam interesssados. Já Anúbis sentou em um canto e comeu quieto. 
 K'Lango foi talvez o que notou uma halfling em um canto sentada solitária em uma mesa, ela parecia triste  e olhava para os outros lugares na mesa como se esperasse ver algo. Ele se aproximou dela e perguntou o por quê da tristeza. Nesse momento foi que ela soltou o choro que estava preso dentro de ti:
 -Onde está meus amigos? Onde estão eles? Eles deveriam está aqui, mas cadê eles?
 -Aconteceu algo com eles?
 -Eu não sei. Eles estavam comigo e... Eu te conheço... Eu afoguei você...
O que ela disse assustou K'Lango por um momento e quis saber mais, mas a halfling logo começou a chorar e chorar. Nesse momento entrando na taverna uma elfa de longos cabelos brancos, ela vestia uma armadura toda branca e o clima quando ela entrou se instaurou uma paz e alegria nos corações de todos, até Anúbis deu um sorriso involuntário. Essa era Mãe a High Elfa do acampamento, ela comandava aquele posto e era respeitada. Até o cachorro da taverna sentou e pareceu dar um cumprimento com a cabeça para ela. A Mãe se aproximou da Halfling e disse:
 -Oh minha criança me conte o que aconteceu.
 Antes que a Halfling se acalmasse arrancou uma mecha de cabelo com uma miçanga presa que Anúbis pegou por um instinto e guardou consigo.
Mas aquele momento foi interrompido com o soar de um sino, na taverna todos se levantaram atentos.
 -São os Orcs!
 -Eles voltaram!
 A Mãe se levantou e sua aura ajudou a controlar os outros.
 -Fiquem calmos! Todos sabem suas funções e lembre-se que se o posto cair a cidade dos elfos também irá ruir. Agora vão!!

 Os grupos começaram a sair, o trio também fez menção de sair, antes deles saírem eles viram a Mãe pegando na mão da Halfling e olhando nos olhos dela.
 Ao saírem a maioria das casa estava pegando fogo, azagaias incendiárias voavam por cima dos muros e no portão principal batidas fortes indicavam que a qualquer momento eles iam entrar. O trio passou por guerreiros que foram pegos por azagaias e alguns fcaram feridos e outros não sobreviveram. Assim que chegaram no portão o portão cedeu e orcs ameaçaram entrar. Anúbis foi para os muros usando sua magia de longo alcance para alvejar os orcs, K'lango e Bode foram para os muros segurar o grupo. 
 A batalha estava acontecendo em vários pontos, a magia de Anúbis alcançava todo o campo e fazia muitas vítimas, o machado de Carddulion balançava e orcs eram feridos, K'Lango distribuia suas rajadas e golpes. Anúbis acertou tantos que logo os Orcs fizeram dele um alvo e dois subiram para tentar derrubá-lo, KLango voou e foi até o muro para proteer Anúbis a batalha foi prolongando até uma corneta soou da floresta em volta ao posto. E os orcs feridos e vivos começaram a fugir. Os aventureiros e guardas do posto começaram a comemorar, mesmo que seja uma vitória com gosto ruim. Muitos foram feridos e alguns estavam mortos. Uma viga tinha atravessado o peito de um anão e seu sangue corria ao chão. Com o pesar o trio respirou forte e resolveram acabar com o fogo antes que o posto ficasse mais queimado ainda.
Ao se virar tudo tava bem e O bode disse:
 -Estou com muita fome, vamos comer logo ali na taverna.
 K'Lango respondeu:
 -Concordo, não como a muito tempo.
Anúbis acenou com a cabeça e disse:
 -Vamos.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

A TRAVESSIA e A ILHA.

Continuando a aventura, finalmente o trio de aventureiros passou dos esgostos, alguns guardas os avistaram rapidamente, mas como parecia que as âguas do esgosto estavam voltando para o seu lugar eles deixaram o trio passar sem problemas. O trio estava totalmente insatisfeitos com a cidade e não viam a hora de ir embora da cidade Corpa, eles poderiam ir pela saída natural de navio ou através da Ponte dos Ventos.

 "Criada através de um mago chamado Lyprion Oenar, esse mago era poderoso e cheio de fama, mas quanto maior a fama, maior sua fraqueza. Ao precisar viajar para o continente e voltar ele vomitava e enjoava constantemente, e dizem que ninguém o viu voando ou usando teletransporte e ninguém nunca soube o motivo. Devido a uma viagem extremamente turbulenta o mago perdeu a paciência e através de um estudo ele conseguiu através de um ritual que levou mais de doze dias criar uma enorme ponte feita de ventos que conectava a pequena ilha até o continente.

Essa ponte era uma novidade que foi tratada como uma maravilha do mundo, o comércio aumentou exponicialmente, até mesmo os governos colocaram pedágios nos dois lados da ponte que aumentou a renda dos tributos."

 Mas o trio preferiu com ir em diração ao porto e tentar a sorte pelo mar. K'lango como um ex-pirata soube dizer quais navios estavam prestes a sair e conseguiu negociar uma carona em troca de serviços. Anúbis e K'lango começaram a trabalhar no navio enquanto o bode aproveitando as ferraduras de pata de aranha que conseguiu recentemente brincou pelo navio deixando a tripulação estranhando.
 Durante a travessia uma ilha foi avistada e estranhamente K'lango reconheceu ela. Em seu passado como pirata seu capitão um draconato influente que acolheu K'lango como se fosse um filho, quando ele disse que ia sair para se aventurar no mundo o Capitão Escama Vermelha lhe disse que se ele tivesse oportunidade e quem sabe procurar seu tesouro que ele deixou escondido, entregando um mapa com sua localidade, ao ver as três montanhas como se fosse três pinheiros um ao lado do outro. K'lango pediu ajuda ao capitão para que fosse na ilha, mas ele se recusou veemente, tanto por tirar o navio da rota quanto os recifes não conseguiriam fazer o navio se aproximar. 
 Com essa decisão nas mãos o trio pegou emprestado um bote magico inflavél para se aproximar da ilha, finalmente ao desembarcar Anúbis percebeu uma pedra estranha e ao se aproximar um grito se ouviu. Duas figuras aladas se aproximaram em grande velocidade, em poucos segundos dois Grifos vinham em direção a praia que eles desembarcaram.


O trio deixou a pedra oval para trás e correram em direção para a floresta esperando que a vegetação os mantesse escondidos, com o tempo os grifos desistiram e os aventureiros olhavam para eles levando o ovo embora da ilha. Acabou que essa boa ação rendeu uma inspiração ao grupo nesse momento. Com o perigo desaparecendo eles retornaram a busca do tesouro do Capitão Escama Vermelha, ao se aproxiamrem das montanhas eles notaram que as montanhas tinham vários pontos de perfuração sobre elas, mas o tesouro os aguardava. A montanha não devia ter que mais de trinta metros de altura e como as outras estava toda esburacada como se fosse um queijo suiço. Cautelosamente o trio entrou pela passagem que o mapa dizia ser o verdadeiro e com um pouco de esforço conseguiram achar o local e escavaram, no buraco um enorme baú foi encontrado, ele media mais ou menos o tamanho de um homem e quando foi aberto foi revelado asas dracônicas, elas pareciam murchas.
 K'lango relembrou dos momentos com seu capitão e sentiu nostalgia do mar e da vivência nos navios, conforme instruções do capitão, ele pôs as asas nas costas que rapidamente pareceram se fundir, uma leve tontura passou pelo seu corpo enquanto as asas recebiam seu sangue, parece que ia demorar para poder alcançar os céus. Rapidamente um som foi ouvido e na frente do trio um inseto grande com uma couraça, o temível Inseto da Ferrugem.
Carddulion brincando com suas patas de aranha usou flechas para atacar o inseto enquanto K'lango e Anúbis conseguiram lidar com a situação. Ao finalizar essa batalha um cheiro pútrido e sangue de inseto escaparam no chão.
Enquanto isso Carddulion ouviu pequenos sons de metal batendo na parede bem no fundo da caverna.
 Prevendo mais tesouros eles foram em direção ao som, a caverna se inclinava para baixo e dando acesso a uma galeria de cavernas escavadas, a caverna estava totalmente escura e somente Anúbis enxergava naquele ambiente, de repente das rochas um movimento foi sentido e rapidamente eles foram cercados por seres de peles cinzentas e carecas. Gnomos das Profundezas.
Usando sua habilidade de camuflagem nas pedras os aventureiros nem perceberam que caíram em uma armadilha, rapidamente foram levados a uma cidade feita pedras e lascas, um enorme portão de pedra ostentava sua presença. O trio foi jogado em uma cela e rapidamente começaram a bolar um plano de fuga, mas um novo gnomo apareceu ele usava vestes largas e parecia uma figura importante local.
-Então esse é o novo plano dos Duergar, enviar vocês três para nos distrair? Querem conquistar nossa confiança para abaixar-nos a guarda.
Rapidamente K'lango explicou que apareceu ali por acidente e nem sabia do que ele estava falando, ao ouvir a explicação um sorriso brotou em seus lábios.
-Já que vocês não parecem espiões, posso usar vocês como golpe contra os Duergar. Você -ele virou para outro gnomo, leve as armas deles para o portão leste e peça que traga aquilo.
Aquele líder abriu a porta e sinalizou que o trio o acompanhasse entre a cidade, a cidade era feita de pedra e tinha uma arquitetura de casas escavadas nas paredes com portas circulares. O líder falou com os aventureiros.
 "Estamos em guerra contra os Duergars a muitos anos, dividimos essas cavernas sem que uma solução pudesse ser feita, mas há 50 anos atrás um humano apareceu e conversou conosco e uma série de negociações foram feitas entre nós e os Duergars com o humano como intermediário, foi escolhido um casamento para que a paz seja alcançada, nossa princesa Danest ofereceu se casar com Hallmon o rei dos Duergar para que sele essa paz. Durante a cerimônia a maior traição foi feita e nossa princesa foi assassinada. Desde então estamos em guerra, só recentemente colocamos as mãos em uma nova substância, quero que vocês levem até os Duergars e quando eles estiverem enfraquecidos tomaremos a cidade deles."
 -E quanto a nós? -perguntou Carddulion. 
"Se vocês sobreviverem podem ir embora e nenhum dos meus lhe impedirá. Provem que vocês não são espiões. Se vocês forem, esse é apenas um pequeno plano entre muitos que tenho contra eles. Pela honra do meu povo: Sangue irá fluir!"

Carddulion decidiu se afastar e pensar em um plano e rapidamente pensou em virar um dos Duergars, um cego e cheio de feridas para demonstrar o apoio de Anúbis que era o único que podia enxergar. K'Lango seria um prisioneiro que levava uma carroça com dois barris gigantes com cerveja das profundezas, um deles estava envenenado. Eles avançaram por um longo corredor e logo Anúbis notou as marcas de batalhas antigas e armas que pareciam pertencer aos gnomos e outras que ainda lhe eram estranhas. O trio finalmente avistou um portão feito de madeira negra um dos guardas os notou:
-Quem vem lá?
Anúbis o único que falava a língua disse em um tom respeitoso.
-Meu senhor aqui batalhou em uma grande batalha na superfície e consequência disso ele perdeu a visão e suas cordas vocais, seu desejo era retornar ao lar dos poderosos Duergars para esperar sua morte. Eu e esse lagarto somos seus escravos, viemos nessa missão para cumprir o desejo de meu amo, eles ainda trouxe a melhor cerveja das profundezas que encontrou!
-Deixe me ver isso.
O guarda saiu desse posto e o trio pode ver os Duergars melhor. eles também tinham a pele cinza e muitos deles tinham cabelos brancos.

O guarda chegou perto e cumprimentou o ancião antes de observar a cerveja, em uma jogada do destino ele bebeu a que não estava envenenada, com isso o guarda se animou e tratou o grupo como velhos conhecidos e chamaram os amigos para uma festa. Enquanto acompanhava o trio ele pedia histórias de glória e batalha.Anúbis deve que inventar todas as histórias, algumas o guarda desacreditava outras parecia levar a sério.
A festa aconteceu e Carddulion sinalizou para Anúbis que se abixou para ver o bode arranhando a garganta e Anúbis perguntou como estava a batalha contra os Gnomos. O guarda cuspiu no chão e falou:
"Você sabe que nunca formos estivemos em paz, nossos antepassados sempre estiveram em luta, mas o ultimo golpe que eles fizeram foi a gota d'agua. Estavamos m guerra até que um humano veio atrás da gente para estipular uma paz entre nós, as negociações foram dificéis e longas, mas logo houve esse acordo. O acordo de paz seria selado com o casamento do nosso rei Hallmon, no dia da cerimônia eles mostraram toda a sua deslealdade e envenenaram nosso rei!"
 Enquanto assistia os anões bebendo dos barris uma sensação de dúvida desceu sobre os aventureiros, mas como a lealdade e senso de bondade passa longe desse grupo, eles aproveitaram para ir embora das profundezas. Quando enfim, chegaram na saída uma tempestade aguardava eles e resolveram esperar o dia seguinte para ir embora.

**Adendo da história: Os anões viviam na montanha da esquerda, os gnomos na direita. A do meio havia um laboratório com alguns insetos da ferrugem zanzando por lá, nesse laborátorio desse humano explicava que pelo conflito das duas tribos ele não avançava em sua procura por um minério valioso, ele precisou criar um acordo para poder procurar o minério mágico quando ele finalmente localizou uma farta veia ele teve outro problema em mãos, ele não tinha pessoas suficiente para lidar com as duas tribos juntas, então ele planejou um ataque que matou o rei dos Duergar e matou a princesa dos Gnomos, assim a guerra seria restaurada e ele prenderia os sobreviventes os forçando a um trabalho escravo. Mas enquanto esperava seu plano dar certo ele não contava com o ninho de insetos de ferrugem que se instalou na montanha do meio e logo foi vencido pelos grandes números de adversários. Os aventureiros nunca souberam disso, para eles só sair da ilha interessava.