Não importa o quão bom tenha sido no passado, o quão bom seja a companhia dela. Uma hora é hora de dizer adeus. Até nunca mais.
Olhando pelo lado bom eu conseguir consertar o erro no computador que me impedia de entrar no blog.
Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
domingo, 29 de setembro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
O que eu quero
Pode ser meu estado letargia, mas eu estou buscando concretizar meus sonhos, estou buscando minha evolução de vida, estou cansado de ficar na mesmice de minha mente. quero inovar, quero criar e acima de o meu lar, tudo que quero é poder ter em e casa, na minha casa, um ponto onde a minha cabeça não seja tão afetada pela atitude das outras pessoas e que o sentimento de liberdade observe o caminho que me foi imposto. As rodas continuava a girar não importando o quanto eu quisesse parar e desver, sabia que era um pesar dificil decidir.
Procuro um amor
Procuro um amor novo, diferente do que perdi, procuro um amor com amizade e carinho, meu coração ficou aos pedaços e sozinho eu não sei se consigo juntá-lo corretamente. Eu amava.
Amava uma pessoa que queria tratar bem e ser feliz, mas eu a decepcionei, ela me decepcionou, nós decepcionamos tanto que ignorei o desejo de ficar juntos no presente para alcançar o meu objetivo profissional.
Queria um novo amor, uma nova chance de recomeçar.
Menti para manter o emprego e ela me desgraçou, falou muitas coisas horríveis, ao qual eu sempre me lembrarei, fizemos planos que se tornaram ilusões diante dos meus olhos. Como podíamos falar em nosso casamento se ela disse que não me amava. Ainda pedindo para eu amar pelo casal?
O encanto da conversa morreu, parecemos dois estranhos em busca de atenção, mas o assunto sempre morre. Ela mudou, assim como eu. Mas essas mudanças geraram um enorme precipício entre a gente. Quanto eu estou perto ela reclama do passado, quando estou longe ela reclama do presente e do amanhã.
Talvez uma terrível descoberta que eu tenha feito é que ela não mede palavras, me chama de vagabundo, satanista, xinga minha família toda e diz que a culpa foi minha. Que ignorei os sacrifícios que ela fez por mim, que tentou diversas maneiras me ajudar, assim com eu a ela, mas os fatos são esquecidos como as roupas de inverno em um armário de verão. Está lá, mas a pessoa nem se lembra,
Dediquei boa parte da minha vida para fazê-la feliz, mas ela fez questão de pisar no meu coração.
...Procuro um novo amor...
Amava uma pessoa que queria tratar bem e ser feliz, mas eu a decepcionei, ela me decepcionou, nós decepcionamos tanto que ignorei o desejo de ficar juntos no presente para alcançar o meu objetivo profissional.
Queria um novo amor, uma nova chance de recomeçar.
Menti para manter o emprego e ela me desgraçou, falou muitas coisas horríveis, ao qual eu sempre me lembrarei, fizemos planos que se tornaram ilusões diante dos meus olhos. Como podíamos falar em nosso casamento se ela disse que não me amava. Ainda pedindo para eu amar pelo casal?
O encanto da conversa morreu, parecemos dois estranhos em busca de atenção, mas o assunto sempre morre. Ela mudou, assim como eu. Mas essas mudanças geraram um enorme precipício entre a gente. Quanto eu estou perto ela reclama do passado, quando estou longe ela reclama do presente e do amanhã.
Talvez uma terrível descoberta que eu tenha feito é que ela não mede palavras, me chama de vagabundo, satanista, xinga minha família toda e diz que a culpa foi minha. Que ignorei os sacrifícios que ela fez por mim, que tentou diversas maneiras me ajudar, assim com eu a ela, mas os fatos são esquecidos como as roupas de inverno em um armário de verão. Está lá, mas a pessoa nem se lembra,
Dediquei boa parte da minha vida para fazê-la feliz, mas ela fez questão de pisar no meu coração.
...Procuro um novo amor...
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Filosofia da vida
""Formou? Faz faculdade! Formou? Arruma um emprego! Arrumou? Faz um mestrado! Formou? Arruma outro emprego! Arrumou?" Acreditem, nunca acaba!"
Atualmente eu estou preso nesse círculo, mas obviamente reconhecer que está dentro não significa que eu posso sair assim sem mais e nem menos. O primeiro passo é reconhecer a situação onde eu estou, fiz graduação e uma pós, estou no meu primeiro emprego, em uma empresa que não tem reconhecimento e nem ganhando quanto eu gostaria de ganhar para elaborar o meu plano de vida. Ainda estou travado nas mesmices do cotidiano. O que é uma merda, estou louco para abrir minhas asas e aproveitar o céu azul, sei que responsabilidades e contas serão chatas, mas em compensação terei algo, paz. Paz acima de tudo e ainda vou poder continuar com os meus projetos.
Romper esse círculo vicioso é o primeiro passo a ser seguido.
Atualmente eu estou preso nesse círculo, mas obviamente reconhecer que está dentro não significa que eu posso sair assim sem mais e nem menos. O primeiro passo é reconhecer a situação onde eu estou, fiz graduação e uma pós, estou no meu primeiro emprego, em uma empresa que não tem reconhecimento e nem ganhando quanto eu gostaria de ganhar para elaborar o meu plano de vida. Ainda estou travado nas mesmices do cotidiano. O que é uma merda, estou louco para abrir minhas asas e aproveitar o céu azul, sei que responsabilidades e contas serão chatas, mas em compensação terei algo, paz. Paz acima de tudo e ainda vou poder continuar com os meus projetos.
Romper esse círculo vicioso é o primeiro passo a ser seguido.
sábado, 7 de setembro de 2013
Sem título
A porta do simples escritório foi escancaranda na passagem de um esbaforido jovem, o diretor analisou por uma fração de segundos, seus músculos relaxaram, o instinto de treinamento era sua melhor arma, e ele não abaixava guarda mesmo quando o sol estava a pico.
-Diretor!
Os olhos treinados identificaram o rapaz mais novo, seu nome era Deivison, um dos novos recrutas, ele não se destacava nas atividades então foi selecionado para o grupo de suporte e comunicação. Hoje, se não falha a memória do diretor, ele deveria ficar de vígia na torre norte, o que aconteceu para ele entrar assim e está em um estado tão eufórico.
-Senhor...! -ele respirava com dificuldade.
-Se acalme filho, respire e me diga o que aconteceu.
-Senhor, polícia, estão... chegando.
-Merda, aqueles malditos!!
O diretor se levantou com força, o rapaz ficou pequeno diante da presença do outro, apesar de estar em uma idade já considerada velha, o diretor mostrava estar em excelente forma física e que em seus anos dourados era um verdadeiro guerreiro. O diretor trotou para fora da sala, o rapaz pulou fora e depois de ver a figura tratou de correr atrás do diretor.
-Já dei o alarme de proximidade, o grupo deve estar terminando a camuflagem.
-Excelente! -o diretor anotou mentalmente para parabenizá-lo pela iniciativa.
-O que eles estão querendo?
-Provavelmente deve ser uma tramóia daqueles malditos.
-Devo alertar os os vigilantes?
-Não, deixe que eles descansem, mas chamem os guardas e acorde o Klaus, para mim.
-Sim senhor!
Deivison saiu correndo para o alojamento, o diretor foi de encontro ao grupo que se reunia em frente a um galpão, eram jovens e homens de diferentes idades, eles eram um pouco sérios demais e observavam o diretor se aproximar como se esperassem as ordens para começarem agir. O diretor olhou para os outros enquanto escondiam os equipamentos. Ele respirou antes de falar.
-Todos sabem que as pessoas normais são problemas, elas podem está sobre influência ou pode ser qualquer coisa, mas não significa que iremos abaixar a guarda, mantenham-se atentos e a qualquer movimento estranho saquem suas armas.
-SIM!!
O primeiro carro demorou uns 10 minutos para atravessar a mata e estacionar na clareira principal do conjunto de casas, aos poucos foram chegando dois, três carros, ao todo seis carros e uma ambulância jogava luz no pátio, os policiais desceram, mas permaneceram perto dos seus veículos.
"Estão cautelosos até demais." pensou o diretor, por um momento ele se perguntou se havia chance de não derramamento de sangue, quando se tratava deles, sempre havia derramamento de sangue.
Uma figura feminina se aproximou, ela era forte, atlética e mantinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, ela se postou do lado do diretor e assim como ele mantinha o olhar em todos os novos visitantes.
-Klaus, desculpe por te chamar agora.
-Não há problema, senhor. Qual é a situação?
-Quem sabe, o pessoal ali está tão tenso quanto nosso grupo.
Um homem de terno se destacou na frente do grupo ele retirou o blazer e mostrou com cuidado ele se desarmando, o homem se adiantou m frente ao prédio principal daquela pequena vila e disse bem alto:
-Sou o detetive Marcos, houve uma denúncia contra essa vila! -ele mostou confiança na voz, alguns policiais estavam tensos, com os canos das armas apontando para o chão e o dedo preste a atirar. -Quem é o responsável por essa cidade?
O diretor sorriu, ele se empenhou em transformar o acampamento em um lar seguro, é claro que aos poucos o local foi crescendo e parecia agora um lar. Ele se adiantou em frente ao grupo, saber que estava no meio de dois grupos, os dois pareciam tensos e acima de tudo claramente estavam armados, mas aquela situação era quase rotina para o diretor, tanto que seus nervos nem se alteraram ao responder.
-Sou o responsável desse local, meu nome é Grecgor!
-Muito bem Grecgor, você se importaria que eu olhasse sua residência?
-Sei que estou afastado da cidade e de todas as suas leis a muito tempo, mas ainda me lembro muito bem que a polícia não pode invadir a propriedade alheia assim por vontade própria.
-E que tal pela vontade do juiz? Estamos com um mandado de busca.
-Perfeitamente, posso ver?
Marcos entregou sem hesitar, Grecgor olhou a folha e fez uma anotação mental sobre as pessoas que assinaram o mandato, ele teria que ir atrás de cada um e pressioná-los apra saber de onde veio a denúncia. Seus olhos passaram pela ficha e imediatamente pararão na acusação, cárcere privado! Ele esperava algo do tipo porte ilegal de armas e Deus sabe o quanto tinham, ou fabricação de drogas que poderia explicar uma revista mais minuciosa, mas eles estavam atrás das celas?! Claro que havia gente presa, mas a prisão era delicado demais, só seus nervos treinados impediram de demonstrar surpresa, Marcos pareceu desapontado ao falar:
-Se você não entendeu, a denúncia é sobre cárcere privado, parece que vocês tem pessoas presas em celas.
-Isso é rídiculo. Aqui é uma vila pacífica, estamos vivendo longe da poluição e da corrupção.
-Sim, Papai Smurf, não me interessa isso. Invés de estar em casa estou aqui no fim do mundo para veriguar o que vocês doentes estão aprontado.
-Diretor!
Os olhos treinados identificaram o rapaz mais novo, seu nome era Deivison, um dos novos recrutas, ele não se destacava nas atividades então foi selecionado para o grupo de suporte e comunicação. Hoje, se não falha a memória do diretor, ele deveria ficar de vígia na torre norte, o que aconteceu para ele entrar assim e está em um estado tão eufórico.
-Senhor...! -ele respirava com dificuldade.
-Se acalme filho, respire e me diga o que aconteceu.
-Senhor, polícia, estão... chegando.
-Merda, aqueles malditos!!
O diretor se levantou com força, o rapaz ficou pequeno diante da presença do outro, apesar de estar em uma idade já considerada velha, o diretor mostrava estar em excelente forma física e que em seus anos dourados era um verdadeiro guerreiro. O diretor trotou para fora da sala, o rapaz pulou fora e depois de ver a figura tratou de correr atrás do diretor.
-Já dei o alarme de proximidade, o grupo deve estar terminando a camuflagem.
-Excelente! -o diretor anotou mentalmente para parabenizá-lo pela iniciativa.
-O que eles estão querendo?
-Provavelmente deve ser uma tramóia daqueles malditos.
-Devo alertar os os vigilantes?
-Não, deixe que eles descansem, mas chamem os guardas e acorde o Klaus, para mim.
-Sim senhor!
Deivison saiu correndo para o alojamento, o diretor foi de encontro ao grupo que se reunia em frente a um galpão, eram jovens e homens de diferentes idades, eles eram um pouco sérios demais e observavam o diretor se aproximar como se esperassem as ordens para começarem agir. O diretor olhou para os outros enquanto escondiam os equipamentos. Ele respirou antes de falar.
-Todos sabem que as pessoas normais são problemas, elas podem está sobre influência ou pode ser qualquer coisa, mas não significa que iremos abaixar a guarda, mantenham-se atentos e a qualquer movimento estranho saquem suas armas.
-SIM!!
O primeiro carro demorou uns 10 minutos para atravessar a mata e estacionar na clareira principal do conjunto de casas, aos poucos foram chegando dois, três carros, ao todo seis carros e uma ambulância jogava luz no pátio, os policiais desceram, mas permaneceram perto dos seus veículos.
"Estão cautelosos até demais." pensou o diretor, por um momento ele se perguntou se havia chance de não derramamento de sangue, quando se tratava deles, sempre havia derramamento de sangue.
Uma figura feminina se aproximou, ela era forte, atlética e mantinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, ela se postou do lado do diretor e assim como ele mantinha o olhar em todos os novos visitantes.
-Klaus, desculpe por te chamar agora.
-Não há problema, senhor. Qual é a situação?
-Quem sabe, o pessoal ali está tão tenso quanto nosso grupo.
Um homem de terno se destacou na frente do grupo ele retirou o blazer e mostrou com cuidado ele se desarmando, o homem se adiantou m frente ao prédio principal daquela pequena vila e disse bem alto:
-Sou o detetive Marcos, houve uma denúncia contra essa vila! -ele mostou confiança na voz, alguns policiais estavam tensos, com os canos das armas apontando para o chão e o dedo preste a atirar. -Quem é o responsável por essa cidade?
O diretor sorriu, ele se empenhou em transformar o acampamento em um lar seguro, é claro que aos poucos o local foi crescendo e parecia agora um lar. Ele se adiantou em frente ao grupo, saber que estava no meio de dois grupos, os dois pareciam tensos e acima de tudo claramente estavam armados, mas aquela situação era quase rotina para o diretor, tanto que seus nervos nem se alteraram ao responder.
-Sou o responsável desse local, meu nome é Grecgor!
-Muito bem Grecgor, você se importaria que eu olhasse sua residência?
-Sei que estou afastado da cidade e de todas as suas leis a muito tempo, mas ainda me lembro muito bem que a polícia não pode invadir a propriedade alheia assim por vontade própria.
-E que tal pela vontade do juiz? Estamos com um mandado de busca.
-Perfeitamente, posso ver?
Marcos entregou sem hesitar, Grecgor olhou a folha e fez uma anotação mental sobre as pessoas que assinaram o mandato, ele teria que ir atrás de cada um e pressioná-los apra saber de onde veio a denúncia. Seus olhos passaram pela ficha e imediatamente pararão na acusação, cárcere privado! Ele esperava algo do tipo porte ilegal de armas e Deus sabe o quanto tinham, ou fabricação de drogas que poderia explicar uma revista mais minuciosa, mas eles estavam atrás das celas?! Claro que havia gente presa, mas a prisão era delicado demais, só seus nervos treinados impediram de demonstrar surpresa, Marcos pareceu desapontado ao falar:
-Se você não entendeu, a denúncia é sobre cárcere privado, parece que vocês tem pessoas presas em celas.
-Isso é rídiculo. Aqui é uma vila pacífica, estamos vivendo longe da poluição e da corrupção.
-Sim, Papai Smurf, não me interessa isso. Invés de estar em casa estou aqui no fim do mundo para veriguar o que vocês doentes estão aprontado.
Espadachim
Droga
O espadachim foi encurralado, errara em uma curva e agora em sua frente havia as costas de uma casa mal tratada pelo tempo e sujeira que a cidade impregnava nas casas e moradas das pessoas. Em suas costas três homens armados, eles vestiam o mesmo uniforme negro. Seus olhos não se podiam ser vistos atrás do visor esverdeado.
--Pare ladrão!
O espadachim hesitou, encarando seus perseguidores e pensando como poderia sair sem arrumar uma encrenca maior, por precaução sua mão direita já estava no cabo de sua espada, os homens soltaram uma risada de escárnio, na mente deles o espadachim em sua frente não era mais uma ameaça, eles o estavam perseguindo desde que ele roubara a caravana do Lorde Deloc, o espadachim quebrou a linda de segurança, invadiu o carro de suprimentos e saíra chamando o mínimo possível de atenção, ele só fora descorberto quando o soldado notou a sua espada, o espadachim o imobilizou, mas era tarde demais o alarme já havia sido soado, o espadachim começou a correr atravessando a multidão e entrando em becos e ruelas para despistar seus seguidores, mas agora por azar do destino ele se encontrava naquela situação.
--Acabou! Se entregue pacificamente!
--Ou então dê um pouco de trabalho e sofra as consequências.
--Vamos com calma, Theo.
--Para quê? ele só tem uma espada, vamos todos juntos pegá-lo antes que o Deloc se irrite ainda mais.
--Isso é verdade.
O guarda da esquerda avançou com a arma em punho, pelos olhos do espadachim o mundo havia parado e feixes de luz vermelha atravessavam ao seu redor, a espada foi sacada.
Respeite a luz
Sua espada de lâmina negra seguiu o caminho de feixe acertando
O espadachim foi encurralado, errara em uma curva e agora em sua frente havia as costas de uma casa mal tratada pelo tempo e sujeira que a cidade impregnava nas casas e moradas das pessoas. Em suas costas três homens armados, eles vestiam o mesmo uniforme negro. Seus olhos não se podiam ser vistos atrás do visor esverdeado.
--Pare ladrão!
O espadachim hesitou, encarando seus perseguidores e pensando como poderia sair sem arrumar uma encrenca maior, por precaução sua mão direita já estava no cabo de sua espada, os homens soltaram uma risada de escárnio, na mente deles o espadachim em sua frente não era mais uma ameaça, eles o estavam perseguindo desde que ele roubara a caravana do Lorde Deloc, o espadachim quebrou a linda de segurança, invadiu o carro de suprimentos e saíra chamando o mínimo possível de atenção, ele só fora descorberto quando o soldado notou a sua espada, o espadachim o imobilizou, mas era tarde demais o alarme já havia sido soado, o espadachim começou a correr atravessando a multidão e entrando em becos e ruelas para despistar seus seguidores, mas agora por azar do destino ele se encontrava naquela situação.
--Acabou! Se entregue pacificamente!
--Ou então dê um pouco de trabalho e sofra as consequências.
--Vamos com calma, Theo.
--Para quê? ele só tem uma espada, vamos todos juntos pegá-lo antes que o Deloc se irrite ainda mais.
--Isso é verdade.
O guarda da esquerda avançou com a arma em punho, pelos olhos do espadachim o mundo havia parado e feixes de luz vermelha atravessavam ao seu redor, a espada foi sacada.
Respeite a luz
Sua espada de lâmina negra seguiu o caminho de feixe acertando
Ankou
-Você está morto Vira-Lata.!!
Quem gritava comigo era um garoto corpulento, com dentes faltando e com o almoço escorrendo pelos seus ombros. Eu estava atônito, não pela ameaça ou por finalmente alguém ter mostrado coragem para enfrentar o garoto mais desprezível do colégio, eu estava atônito por que fui EU que derramou o prato por cima da cabeça dele, eu também desviei do soco dele que o fez cair no chão aumentando mais a fúria do valentão, agora a parte estranha era que eu não me lembrava de ter feito aquilo, minha última lembrança era de eu estar em casa, tinha acabado de acordar...
Os amigos do Guto se assomaram a roda que assistiam a tudo, eles gritavam e incentivavam a briga, a adrenalina saía deles e parecia me instigar para um combate, embora Guto fosse pelo menos um palmo maior que eu e seus braços diziam que podiam fazer a minha cara de quebra cabeça.
-Guto... Qual é? Desculpa cara, não sei o que deu em mim.
-Oh claro, não se preocupe quando eu te mandar para o hospital, os médicos olharam você.
Ele abriu um sorriso perigoso e eu vi as veias soltando em seu pescoço largo e seu rosto ficando vermelho. Mal sinal já tinha visto ele ficando assim e Guto conseguia nos ensinar uma nova definição de dor.
-Ou o veterinário, já que é lugar de Vira-latas.
Ele avançou e eu recuei o máximo possível, mãos me impeliam ir para a frente, mas eles não estavam muito dispostos, então conseguir enconstar na parede, como um animal encurralado. Guto pegou de seu bolso seu soco inglês, ferramenta que ele utilizava quando trazia para o pessoal. É eu estava morto. Ele socou com força, antes que desse por mim, tinha desviado para a esquenda e com um chute o fiz cair sobre seu joelho e enterrei seu rosto na parede com minha outra mão. O silêncio tomou conta do recinto, as pessoas esperavam a minha morte, mas não acreditavam em minha vitória. Nem eu acreditava, além do mais eu nem sabia que podia me mexer daquela maneira, foi então que tudo se apagou. Quando acordei estava em minha casa, meu avô estava no chão suando frio e seus olhos fitavam a ponta de uma espada. Uma espada que EU segurava.
-Quê...?!
Imediatamente eu a larguei em um canto e recuei o máximo possível, sentia que meu coração ia sair pela boca e todo o meu corpo doía, mas tinha medo do que queria olhar. Assisti meu avô levantar e estalar seu ombro, em sua mão uma espada igual a minha, eu me deixei cair no chão e foi aí que vi preocupação nos olhos de meu avô.
-Você está bem Ankou?
-O quê?!
-Você está me assustando, Ankou o que aconteceu?
-O quê?
Ele se ajoelhou diante de mim e eu recuei com medo. Medo que voltasse a ferir ele, medo daquela estranha escuridão. Eu me lembrava somente de Guto e somente de acordar, agora lá fora era noite, era impossível que tinha apssado tanto tempo. Os olhos de meu avô me estudava com cuidado, até que entendimento passou em seus olhos.
- você se lembra da nossa sessão de treino?
-O quê? T-Treino?
O avô levantou a espada, olhei para ele e dpois para a sala, os móveis estavam fora do lugar, dando um espaço bem no meio sala, o vô também estava usando uma roupa diferente, uma acolchoada. O que estava acontecendo? Meu avô dizia treino como se fosse corriqueiro, algo comum. Mas que eu me lembrava aquela era a unica vez que segurei uma espada e ainda mais apontando para o meu avô. Um pensamento sinistro passou a minha mente, será que apaguei po rtanto tempo que fizera eu lutar com o meu avô? Puxei a espada dele para frente do meu rosto, precisa de um reflexo agora. Quem me encarava era um jovem de olhos escuros, cabelo curto e nariz grande para o meu rosto oval, tudo normal.
Então não deveria ter passado tanto tempo, mas será que os dias...
-Que dia é hoje?
-27 de julho.
Lembro-me que o despertador apresentava esse dia, um dia antes do meu aniversário que deveria ser daqui a pouco horas. Eu não sabia o que falar então contei para o meu avô tudo que tinha acontecido até agora, falei do que senti quanto eu avancei contra Guto e fiquei ainda mais desconfiado, pois o meu avô não demonstrava surpresa, apenas ouvia um pouco alarmado, aparentemente ele já estava esperando por aquilo.
-Ankou quero que fique calmo. Respire.
Mantive a minha cabeça entre os joelhos, como se lutasse contra os enjoos, meu próprio estômago girava com força, não aguentei e despejei tudo fora.
-O que está acontecendo?! -minha mãe surgiu no portal, senti o seu cheiro doce tão familiar, mas não encarei-a o que ela pensave de mim, um neto que apontava para seu avô e quase o matou.
-Parece que está ficando mais forte.
-O que isso significa?
-Não sei ao certo, era para durar por um tempo.
Eu os olhei, minha mãe olhava preocupada para o meu avô e o que significava aqula conversa? Eu já não entendia mais nada.
-O que está acontencendo? -perguntei com medo, medo do que estava acontecendo e intimamente com medo da resposta.
-Vanha Ankou
Quem gritava comigo era um garoto corpulento, com dentes faltando e com o almoço escorrendo pelos seus ombros. Eu estava atônito, não pela ameaça ou por finalmente alguém ter mostrado coragem para enfrentar o garoto mais desprezível do colégio, eu estava atônito por que fui EU que derramou o prato por cima da cabeça dele, eu também desviei do soco dele que o fez cair no chão aumentando mais a fúria do valentão, agora a parte estranha era que eu não me lembrava de ter feito aquilo, minha última lembrança era de eu estar em casa, tinha acabado de acordar...
Os amigos do Guto se assomaram a roda que assistiam a tudo, eles gritavam e incentivavam a briga, a adrenalina saía deles e parecia me instigar para um combate, embora Guto fosse pelo menos um palmo maior que eu e seus braços diziam que podiam fazer a minha cara de quebra cabeça.
-Guto... Qual é? Desculpa cara, não sei o que deu em mim.
-Oh claro, não se preocupe quando eu te mandar para o hospital, os médicos olharam você.
Ele abriu um sorriso perigoso e eu vi as veias soltando em seu pescoço largo e seu rosto ficando vermelho. Mal sinal já tinha visto ele ficando assim e Guto conseguia nos ensinar uma nova definição de dor.
-Ou o veterinário, já que é lugar de Vira-latas.
Ele avançou e eu recuei o máximo possível, mãos me impeliam ir para a frente, mas eles não estavam muito dispostos, então conseguir enconstar na parede, como um animal encurralado. Guto pegou de seu bolso seu soco inglês, ferramenta que ele utilizava quando trazia para o pessoal. É eu estava morto. Ele socou com força, antes que desse por mim, tinha desviado para a esquenda e com um chute o fiz cair sobre seu joelho e enterrei seu rosto na parede com minha outra mão. O silêncio tomou conta do recinto, as pessoas esperavam a minha morte, mas não acreditavam em minha vitória. Nem eu acreditava, além do mais eu nem sabia que podia me mexer daquela maneira, foi então que tudo se apagou. Quando acordei estava em minha casa, meu avô estava no chão suando frio e seus olhos fitavam a ponta de uma espada. Uma espada que EU segurava.
-Quê...?!
Imediatamente eu a larguei em um canto e recuei o máximo possível, sentia que meu coração ia sair pela boca e todo o meu corpo doía, mas tinha medo do que queria olhar. Assisti meu avô levantar e estalar seu ombro, em sua mão uma espada igual a minha, eu me deixei cair no chão e foi aí que vi preocupação nos olhos de meu avô.
-Você está bem Ankou?
-O quê?!
-Você está me assustando, Ankou o que aconteceu?
-O quê?
Ele se ajoelhou diante de mim e eu recuei com medo. Medo que voltasse a ferir ele, medo daquela estranha escuridão. Eu me lembrava somente de Guto e somente de acordar, agora lá fora era noite, era impossível que tinha apssado tanto tempo. Os olhos de meu avô me estudava com cuidado, até que entendimento passou em seus olhos.
- você se lembra da nossa sessão de treino?
-O quê? T-Treino?
O avô levantou a espada, olhei para ele e dpois para a sala, os móveis estavam fora do lugar, dando um espaço bem no meio sala, o vô também estava usando uma roupa diferente, uma acolchoada. O que estava acontecendo? Meu avô dizia treino como se fosse corriqueiro, algo comum. Mas que eu me lembrava aquela era a unica vez que segurei uma espada e ainda mais apontando para o meu avô. Um pensamento sinistro passou a minha mente, será que apaguei po rtanto tempo que fizera eu lutar com o meu avô? Puxei a espada dele para frente do meu rosto, precisa de um reflexo agora. Quem me encarava era um jovem de olhos escuros, cabelo curto e nariz grande para o meu rosto oval, tudo normal.
Então não deveria ter passado tanto tempo, mas será que os dias...
-Que dia é hoje?
-27 de julho.
Lembro-me que o despertador apresentava esse dia, um dia antes do meu aniversário que deveria ser daqui a pouco horas. Eu não sabia o que falar então contei para o meu avô tudo que tinha acontecido até agora, falei do que senti quanto eu avancei contra Guto e fiquei ainda mais desconfiado, pois o meu avô não demonstrava surpresa, apenas ouvia um pouco alarmado, aparentemente ele já estava esperando por aquilo.
-Ankou quero que fique calmo. Respire.
Mantive a minha cabeça entre os joelhos, como se lutasse contra os enjoos, meu próprio estômago girava com força, não aguentei e despejei tudo fora.
-O que está acontecendo?! -minha mãe surgiu no portal, senti o seu cheiro doce tão familiar, mas não encarei-a o que ela pensave de mim, um neto que apontava para seu avô e quase o matou.
-Parece que está ficando mais forte.
-O que isso significa?
-Não sei ao certo, era para durar por um tempo.
Eu os olhei, minha mãe olhava preocupada para o meu avô e o que significava aqula conversa? Eu já não entendia mais nada.
-O que está acontencendo? -perguntei com medo, medo do que estava acontecendo e intimamente com medo da resposta.
-Vanha Ankou
Thorn
-Thorn, acorde! -um chacoalhão. -Vamos, estamos de partida.
O menino Thorn acordou desorientado, na sa frente seu irmão Yori sacudia a cabeça desaprovando o cochilo do irmão mais novo, o garoto olhou em volta tinha mais gente dormindo perto do garoto, geralmente era os mais velhos ou os que estavam mais cansados da viagem, todo o lugar cheirava mal, suor humano misturado com o fedor que as peles soltavam. Aos poucos os gritos do pai chegaram até eles, o pai coordenava os outros do acampamento, fazendo os levantar as tendas e arrumar coisas já que estavam de saída. O garoto saiu para o lado do irmão, ele tinha dormido na parte de trás da carroça protegido do sol forte que castigava aquele terreno areioso, mas não impedia o calor, ele sentira suas costas gélidas por causa do suor que escorria de seu corpo.
-Meninos, venham! -disse o pai os vendo de longe.
Os dois correram para junto do pai, um homem alto e que carregava o símbolo de liderança daquela caravana, um bastão com a forma de águia, suas roupas eram o mesmo que muitas pessoas camadas de tecidos para proteger do sol e da desidratação, assim como muitos seus lábios estavam ressecados e quebradiços. A caravana não demorou a se mover como uma enorme cobra do deserto, seu ritmo era lento, embora constante, o pai dos meninos ensinava sobre as coisas mntado em seu cavalo, privilégio para quem era líder e o principal pela sobrevicência do grupo.
O sol era o maior castigo para quem atraesssava o deserto, a temperatura só aumentava pelo dia, todo cuidado era pouco quanto a preservação da pouca água, mas o maior perigo era as miragens e quando as pessoas não sentiam mais sede, a água era tão escassa que suas mentes pregavam peças dizendo ao corpo que não havia mais tanta vontade de beber o precioso líquido, então de uma hora para outra alguém caía de rosto no chão, sem alarme e sem nada que pudesse fazer.
Thorn saltou para o chão e num movimento sacou a sua espada de madeira e disse apontando para o irmão:
-Venha meu grande inimigo, enfrente-me se tiver coragem!
O irmão encarou o pai que deu um sorriso e deu ombros. O irmão sacou a sua espada e os dois começaram a sorrir um enfrentando o outro, foi quando o líder olhou para o leste e viu um cavalo cavalgando depressa. Ele reconheu um de seus batetores pelas cores de suas roupas, mas o que não significava nada, ladrões tinham todo o tipo de truque em suas mãos.
-Thorn, Yori! -os garotos olharam com urgência, sabiam cada tom de voz do pai e aquele dizia: chega de brincadeira e fiquem junto de mim.
Logo o batedor foi visto pelos outros que começaram a se aglomerar em um ponto com o pai dos meninos, alguns das carvanas se sesconderam nas lonas das carroças e atrás dos cavalos e preparavam para contra atacar com arcos e pedras. O batedor veio correndo e estendeu o punho para sua esquerda e a mão direita foi para sua cabeça.
-É um dos nossos. -mumurou alguém atrás do líder.
-Ou ele pode ter sido torturado até contar sobre o sinal de hoje. -disse o pai já segurando a empunhadeira da sua espada, uma espada de metal que já sentira o gosto de sangue em outro tempo.
-Não, é o Ian. -disse um que se aproximou mais para ver melhor.
O líder ainda encarava esperando uma armadilha, ele só relaxou quando Ian desmontou e parecia muito contente.
-O que foi homem? - perguntou um
-Vocês não vão acreditar!
O rapaz acordou nervoso, aquele sonho de novo, ele suava e seu peito arfavava, sua mão esquerda estava enfaixada até o meio do braço, ele sentia antigas dores voltando e segurou com força o o braço esquerdo, como se esperasse estancar aquela dor para fora, mas nao adiantou. A dor durou alguns minutos onde o rapaz segurava o máximo o grito que queria sair de sua garganta. De sua alma. Quando a dor cessou ele testou abrir e fechar as mãos, ao levartasse quase foi derrubado por um monte de roupa que estava espalhado no chão, observando bem o quarto estava tomado por um caos de roupas e outros objetos, o rapaz não se importou, apenas apertou o cinto de sua calça e vestiu uma camisa preta, logo ele resolveria aquele problema da roupa. Quando abriu a porta o som de jazz entrou rapidamente pelo cômodo, seu quarto fora projetado para que nada incomodasse seu sono, ele já tinha muita coisa para atrapalhar a sua noite. Ele desceu a escada que ligava até o primeiro andar e se situou em um clube/bar, a música vinha de dois novos músicos, as pessoas bebiam e riam aproveitando a noite para soltar todas as inibições que elas mantinham pela manhã. O rapaz se dirigiu ao canto do bar, o local menos frequentado e sem pedir o barman deixou um copo de bebida bem na sua frente.
-Outro sonho?
-Nem me fale... Como estão as coisas Shun?
-Tudo tranquilo chefe.
Shun se afastou para atender algumas garotas que acabaram de chegar, apesar de oriental ele tinha um rosto e jeito que conquistava fácil as garotas, Shun era alto e era o funcionário mais antigo do Éden, a boate pertencente ao rapaz. Ele nomeara assim, em homenagem ao pai que buscou seu próprio éden, claro que a definição de éden para o seu pai era diferente, mas Thorn não ligava, seu pai sempre dizia que deveria construir as coisas como ele queria. Shun voltou logo em seguida e notou que o rapaz nem tocara no copo. Uma atitude que já não era comum. A relação dos dois era estranha Shun era muito mais velho e sempre estava lá cuidando do Éden, já o rapaz passava boa parte do dia sentado onde estava, olhando para tudo e a todos. Alguns empregados novos não admitiam que Thorn continuasse a ser o dono, eles queriam Shun, um homem com tino nos negócios, mas Shun logo desmentia que ele era apenas o cara que servia a bebida.
-Thorn, foi o sonho de novo?
-Sim. -disse sem hesitar, não havia necessidade de esconder.
-Você precisa de ajuda, esses sonhos estão ficando cada vez mais frequentes.
-Eu sei. Estou assustado.
Shun se surpreendeu a coragem de Thorn era algo que o tinha impressionado no primeiro momento, Thorn sempre estivera cara a cara com o perigo e nunca nem sentira uma pontada de medo. Houve uma vez que um ladrão entrou exigindo todo o dinheiro Thorn simplesmente se levantou caminhou até o bandido até o cano encostar no peito dele e mesmo assim o ladrão não disparou, preferiu fugir. Mas esse foi mais um caso, desde que aceitara trabalhar para Thorn ele sentia que não havia provações que ele não pudesse superar e inspirar a lutar. Para Thorn está assustado aquilo deveria ser sobre uma coisa pior que a morte.
Thorn encarou aqueles olhos e sorriu:
-Eu sei o que você está pensando. Mas não há o que mudar.
-Você sabe o que os sonhos significam?
-Infelizmente sim. É um chamado.
-Chamado?
-Um chamado do Inferno. -disse Thorn olhando para a mão esquerda.
Os dois ficaram calados, apenas a música do bar tocava embalando e ressoando por todo o local. Quem
O menino Thorn acordou desorientado, na sa frente seu irmão Yori sacudia a cabeça desaprovando o cochilo do irmão mais novo, o garoto olhou em volta tinha mais gente dormindo perto do garoto, geralmente era os mais velhos ou os que estavam mais cansados da viagem, todo o lugar cheirava mal, suor humano misturado com o fedor que as peles soltavam. Aos poucos os gritos do pai chegaram até eles, o pai coordenava os outros do acampamento, fazendo os levantar as tendas e arrumar coisas já que estavam de saída. O garoto saiu para o lado do irmão, ele tinha dormido na parte de trás da carroça protegido do sol forte que castigava aquele terreno areioso, mas não impedia o calor, ele sentira suas costas gélidas por causa do suor que escorria de seu corpo.
-Meninos, venham! -disse o pai os vendo de longe.
Os dois correram para junto do pai, um homem alto e que carregava o símbolo de liderança daquela caravana, um bastão com a forma de águia, suas roupas eram o mesmo que muitas pessoas camadas de tecidos para proteger do sol e da desidratação, assim como muitos seus lábios estavam ressecados e quebradiços. A caravana não demorou a se mover como uma enorme cobra do deserto, seu ritmo era lento, embora constante, o pai dos meninos ensinava sobre as coisas mntado em seu cavalo, privilégio para quem era líder e o principal pela sobrevicência do grupo.
O sol era o maior castigo para quem atraesssava o deserto, a temperatura só aumentava pelo dia, todo cuidado era pouco quanto a preservação da pouca água, mas o maior perigo era as miragens e quando as pessoas não sentiam mais sede, a água era tão escassa que suas mentes pregavam peças dizendo ao corpo que não havia mais tanta vontade de beber o precioso líquido, então de uma hora para outra alguém caía de rosto no chão, sem alarme e sem nada que pudesse fazer.
Thorn saltou para o chão e num movimento sacou a sua espada de madeira e disse apontando para o irmão:
-Venha meu grande inimigo, enfrente-me se tiver coragem!
O irmão encarou o pai que deu um sorriso e deu ombros. O irmão sacou a sua espada e os dois começaram a sorrir um enfrentando o outro, foi quando o líder olhou para o leste e viu um cavalo cavalgando depressa. Ele reconheu um de seus batetores pelas cores de suas roupas, mas o que não significava nada, ladrões tinham todo o tipo de truque em suas mãos.
-Thorn, Yori! -os garotos olharam com urgência, sabiam cada tom de voz do pai e aquele dizia: chega de brincadeira e fiquem junto de mim.
Logo o batedor foi visto pelos outros que começaram a se aglomerar em um ponto com o pai dos meninos, alguns das carvanas se sesconderam nas lonas das carroças e atrás dos cavalos e preparavam para contra atacar com arcos e pedras. O batedor veio correndo e estendeu o punho para sua esquerda e a mão direita foi para sua cabeça.
-É um dos nossos. -mumurou alguém atrás do líder.
-Ou ele pode ter sido torturado até contar sobre o sinal de hoje. -disse o pai já segurando a empunhadeira da sua espada, uma espada de metal que já sentira o gosto de sangue em outro tempo.
-Não, é o Ian. -disse um que se aproximou mais para ver melhor.
O líder ainda encarava esperando uma armadilha, ele só relaxou quando Ian desmontou e parecia muito contente.
-O que foi homem? - perguntou um
-Vocês não vão acreditar!
O rapaz acordou nervoso, aquele sonho de novo, ele suava e seu peito arfavava, sua mão esquerda estava enfaixada até o meio do braço, ele sentia antigas dores voltando e segurou com força o o braço esquerdo, como se esperasse estancar aquela dor para fora, mas nao adiantou. A dor durou alguns minutos onde o rapaz segurava o máximo o grito que queria sair de sua garganta. De sua alma. Quando a dor cessou ele testou abrir e fechar as mãos, ao levartasse quase foi derrubado por um monte de roupa que estava espalhado no chão, observando bem o quarto estava tomado por um caos de roupas e outros objetos, o rapaz não se importou, apenas apertou o cinto de sua calça e vestiu uma camisa preta, logo ele resolveria aquele problema da roupa. Quando abriu a porta o som de jazz entrou rapidamente pelo cômodo, seu quarto fora projetado para que nada incomodasse seu sono, ele já tinha muita coisa para atrapalhar a sua noite. Ele desceu a escada que ligava até o primeiro andar e se situou em um clube/bar, a música vinha de dois novos músicos, as pessoas bebiam e riam aproveitando a noite para soltar todas as inibições que elas mantinham pela manhã. O rapaz se dirigiu ao canto do bar, o local menos frequentado e sem pedir o barman deixou um copo de bebida bem na sua frente.
-Outro sonho?
-Nem me fale... Como estão as coisas Shun?
-Tudo tranquilo chefe.
Shun se afastou para atender algumas garotas que acabaram de chegar, apesar de oriental ele tinha um rosto e jeito que conquistava fácil as garotas, Shun era alto e era o funcionário mais antigo do Éden, a boate pertencente ao rapaz. Ele nomeara assim, em homenagem ao pai que buscou seu próprio éden, claro que a definição de éden para o seu pai era diferente, mas Thorn não ligava, seu pai sempre dizia que deveria construir as coisas como ele queria. Shun voltou logo em seguida e notou que o rapaz nem tocara no copo. Uma atitude que já não era comum. A relação dos dois era estranha Shun era muito mais velho e sempre estava lá cuidando do Éden, já o rapaz passava boa parte do dia sentado onde estava, olhando para tudo e a todos. Alguns empregados novos não admitiam que Thorn continuasse a ser o dono, eles queriam Shun, um homem com tino nos negócios, mas Shun logo desmentia que ele era apenas o cara que servia a bebida.
-Thorn, foi o sonho de novo?
-Sim. -disse sem hesitar, não havia necessidade de esconder.
-Você precisa de ajuda, esses sonhos estão ficando cada vez mais frequentes.
-Eu sei. Estou assustado.
Shun se surpreendeu a coragem de Thorn era algo que o tinha impressionado no primeiro momento, Thorn sempre estivera cara a cara com o perigo e nunca nem sentira uma pontada de medo. Houve uma vez que um ladrão entrou exigindo todo o dinheiro Thorn simplesmente se levantou caminhou até o bandido até o cano encostar no peito dele e mesmo assim o ladrão não disparou, preferiu fugir. Mas esse foi mais um caso, desde que aceitara trabalhar para Thorn ele sentia que não havia provações que ele não pudesse superar e inspirar a lutar. Para Thorn está assustado aquilo deveria ser sobre uma coisa pior que a morte.
Thorn encarou aqueles olhos e sorriu:
-Eu sei o que você está pensando. Mas não há o que mudar.
-Você sabe o que os sonhos significam?
-Infelizmente sim. É um chamado.
-Chamado?
-Um chamado do Inferno. -disse Thorn olhando para a mão esquerda.
Os dois ficaram calados, apenas a música do bar tocava embalando e ressoando por todo o local. Quem
Sinceramente.. Eu não sei o que pensar.
Sério, o que diabos as pessoas querem de mim? Eu estou cansado de tentar ser perfeito, estou cansado que esperem algo de mim e acima de tudo eu estou farto de olhar para o monstro de olhos de vidro e ver apenas o meu próprio reflexo. O que diabos esse monstro que me atormenta quer? Por que só há o meu reflexo, ele está lá parado olhando para mim, não importa para qual direção eu me vire, só há a merda daqueles olhos inexpressivos.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
que dia...
Olhei diante dos olhos da fera e por um instante vi o meu reflexo diante de um vidro sem emoção... sem sentimentos, sem nada....
Será esse o fim?
Será esse o fim?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Odeio isso
Porra fui ler um livro hoje de manhã e quando termino descubro que o mesmo está sem final... Que porra!!!
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Hoje
Caramba hoje eu vi uma imagem do Zen Pencil sobre o criador de Calvin e Haroldo, ele mostra um homem que não está feliz com o trabalho, que é convidado para beber com os colegas e chefe, nesse quadro mostra a vida de avareza que as pessoas pregam nos dias atuais. Ele entrega a carta de demissão e fica em casa pintando um dinossauro, sua esposa aparece e vemos que ela está grávida, então o homem desistiu de sua carreira para ficar em casa cuidando da filha e fazendo o que ele quer. No final ele diz:
Viver de sua maneira não é fácil. Mas ainda é permitido E que ele não ver problema nenhum em viver assim.
Ontem eu me senti mal no trabalho eu continuo fazendo o que devo fazer, e não o que quero fazer.
Estou longe de casa, em uma cidade que não gosto, em um trabalho onde até os meus colegas me jogam para baixo, minha família tenta entender, mas ao mesmo tempo falam absurdos sem tamanho e me deixam pior. Não sabem que odeio comparações? E daí se fulano está bem de vida, e daí se a garota pobre deu a volta por cima? Eles deram certo, mas ninguém quer falar sobre as pessoas que não deram certo, ou então pessoas que tiveram tudo de mão aberta.
O que todos os conselhos tem em comum é que preciso ser determinado nas coisas que eu quero e buscar minha área de afinidade. Parece ser simples, mas eles apenas esperam que fazer o que quer seja ganhar dinheiro, as pessoas são diferentes, medos diferentes e acima de tudo vontades diferentes. É muito fácil dizer siga seus sonhos quando você já venceu na vida, mas quando está em uma situação ruim todos lhe apontam defeitos e querem uma resposta.
Apenas uma resposta...
Viver de sua maneira não é fácil. Mas ainda é permitido E que ele não ver problema nenhum em viver assim.
Ontem eu me senti mal no trabalho eu continuo fazendo o que devo fazer, e não o que quero fazer.
Estou longe de casa, em uma cidade que não gosto, em um trabalho onde até os meus colegas me jogam para baixo, minha família tenta entender, mas ao mesmo tempo falam absurdos sem tamanho e me deixam pior. Não sabem que odeio comparações? E daí se fulano está bem de vida, e daí se a garota pobre deu a volta por cima? Eles deram certo, mas ninguém quer falar sobre as pessoas que não deram certo, ou então pessoas que tiveram tudo de mão aberta.
O que todos os conselhos tem em comum é que preciso ser determinado nas coisas que eu quero e buscar minha área de afinidade. Parece ser simples, mas eles apenas esperam que fazer o que quer seja ganhar dinheiro, as pessoas são diferentes, medos diferentes e acima de tudo vontades diferentes. É muito fácil dizer siga seus sonhos quando você já venceu na vida, mas quando está em uma situação ruim todos lhe apontam defeitos e querem uma resposta.
Apenas uma resposta...
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Não esperava por essa.
Não esperava ter quatro dias para visitar minha família, foi até engraçado, pois meus pais tinham viajado e meus irmãos sempre mantinham o mesmo comportamento, cada um no seu eletrônico e cada um no seu mundinho, mas o que me espanta é minha irmã ao tentar falar comigo me diz que está brava comigo, só por que saí sem avisar ninguém.
Como poderia avisar, sendo meu celular estava morto e todo o nordeste ficou a merce do apagão? Nosso telefone era digital que precisa de energia para funcionar. Ela aparentava estar nervosa comigo, como se ela nunca tivesse saído de casa sem mandar noticia. É isso que me irrita bastante, a hipocrisia de algumas pessoas quando enchem a boca para falar essas coisas... Sinceramente que merda.
Ah uma coisa boa: eu e meu melhor amigos formos colocar a nossa conversa em dia, foi massa, ás vezes sinto falta de alguém para conversar sobre tudo e sobre nada. Quanto a minha ex, nem sei o que dizer... Parece que há um encanto sobre mim, um encanto que não me deixa ficar afastado, não importa quanta distância eu coloco entre a gente. Ela sempre vai ser meu primeiro amor, e quanto a isso não sinto que consigo mudar, mas só queria ter algo para erguer-me antes de pensar em coração de novo.
.
.
.
Putz mal cheguei e vieram os enganos, o gerente não mudou a escala, sendo que na hora que minha colega me ligou dizendo que eu deveria estar trabalhando eu estava no ônibus, saindo de minha cidade. Trabalhei a tarde e no dia seguinte pela manhã, agora o meu corpo protesta pelo meu esforço, meu tórax doí, meus olhos estão pesados e ombros e moral para baixo.
Se já não bastasse isso, fui designado hoje para fazer um serviço lento, demorado, que exige concentração e avaliação de documentos. Nossa que dor de cabeça!!! Até a hora do almoço (onde distrair minha mente com Plants Vs Zumbie 2) e logo deppois do almoço minha mente voltou a doer, até eu chegar em casa. Posso confirmar pegar ônibus com dor de cabeça é horrível!!! Senti com se alguém furasse o meu crânio com uma furadeira cega e no meio de um terremoto.
Como poderia avisar, sendo meu celular estava morto e todo o nordeste ficou a merce do apagão? Nosso telefone era digital que precisa de energia para funcionar. Ela aparentava estar nervosa comigo, como se ela nunca tivesse saído de casa sem mandar noticia. É isso que me irrita bastante, a hipocrisia de algumas pessoas quando enchem a boca para falar essas coisas... Sinceramente que merda.
Ah uma coisa boa: eu e meu melhor amigos formos colocar a nossa conversa em dia, foi massa, ás vezes sinto falta de alguém para conversar sobre tudo e sobre nada. Quanto a minha ex, nem sei o que dizer... Parece que há um encanto sobre mim, um encanto que não me deixa ficar afastado, não importa quanta distância eu coloco entre a gente. Ela sempre vai ser meu primeiro amor, e quanto a isso não sinto que consigo mudar, mas só queria ter algo para erguer-me antes de pensar em coração de novo.
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Putz mal cheguei e vieram os enganos, o gerente não mudou a escala, sendo que na hora que minha colega me ligou dizendo que eu deveria estar trabalhando eu estava no ônibus, saindo de minha cidade. Trabalhei a tarde e no dia seguinte pela manhã, agora o meu corpo protesta pelo meu esforço, meu tórax doí, meus olhos estão pesados e ombros e moral para baixo.
Se já não bastasse isso, fui designado hoje para fazer um serviço lento, demorado, que exige concentração e avaliação de documentos. Nossa que dor de cabeça!!! Até a hora do almoço (onde distrair minha mente com Plants Vs Zumbie 2) e logo deppois do almoço minha mente voltou a doer, até eu chegar em casa. Posso confirmar pegar ônibus com dor de cabeça é horrível!!! Senti com se alguém furasse o meu crânio com uma furadeira cega e no meio de um terremoto.
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