Caramba trabalhar a noite, dormir pela manhã e quando menos me espera já está quase na hora de ir, sem falar do fato que me pedem para fazer outra coisa da minha vida... porra eu só queira ficar um momento em paz comigo mesmo...
Queria sumir um dia, só um dia para colocar a cabeça no lugar...
Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Construindo o meu futuro
Estou construindo o meu futuro por cada suor e cada esforço, estou dando o meu máximo para conseguir minha independência financeira e buscar os meus sonhos.
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Mudando um pouco de assunto, ultimamente não tenho escrito muita coisa, não que a inspiração me falte, mas são as coisas de rotinas que estão me secando, secando minhas forças, sem falar no tempo. Tenho dormido cada vez mais tarde e acordando tarde também... Isso é um saco.... Vou ver se escrevo uma história nova hoje ou então adianto aquelas em andamento. Como FOGO.
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Mudando um pouco de assunto, ultimamente não tenho escrito muita coisa, não que a inspiração me falte, mas são as coisas de rotinas que estão me secando, secando minhas forças, sem falar no tempo. Tenho dormido cada vez mais tarde e acordando tarde também... Isso é um saco.... Vou ver se escrevo uma história nova hoje ou então adianto aquelas em andamento. Como FOGO.
sábado, 5 de outubro de 2013
Como podem exigir isso?
Como podem alegar que preciso sorrir? Como podem exigir que sorria sendo que só me dão motivo para não sorrir, como posso ficar alegre com um salário deste tamanho < >, em uma cidade que eu particularmente não gosto, longe das pessoas que eu queria manter perto, longe do meu lar, sem privacidade, sem amigos e sem nem poder me distrair.
Parece que estou mergulhando em livros e desenhos talvez suprindo a falta de minha habilidade ou como se estivesse não tendo mais o que fazer.
Parece que estou mergulhando em livros e desenhos talvez suprindo a falta de minha habilidade ou como se estivesse não tendo mais o que fazer.
domingo, 29 de setembro de 2013
É o fim
Não importa o quão bom tenha sido no passado, o quão bom seja a companhia dela. Uma hora é hora de dizer adeus. Até nunca mais.
Olhando pelo lado bom eu conseguir consertar o erro no computador que me impedia de entrar no blog.
Olhando pelo lado bom eu conseguir consertar o erro no computador que me impedia de entrar no blog.
domingo, 22 de setembro de 2013
O que eu quero
Pode ser meu estado letargia, mas eu estou buscando concretizar meus sonhos, estou buscando minha evolução de vida, estou cansado de ficar na mesmice de minha mente. quero inovar, quero criar e acima de o meu lar, tudo que quero é poder ter em e casa, na minha casa, um ponto onde a minha cabeça não seja tão afetada pela atitude das outras pessoas e que o sentimento de liberdade observe o caminho que me foi imposto. As rodas continuava a girar não importando o quanto eu quisesse parar e desver, sabia que era um pesar dificil decidir.
Procuro um amor
Procuro um amor novo, diferente do que perdi, procuro um amor com amizade e carinho, meu coração ficou aos pedaços e sozinho eu não sei se consigo juntá-lo corretamente. Eu amava.
Amava uma pessoa que queria tratar bem e ser feliz, mas eu a decepcionei, ela me decepcionou, nós decepcionamos tanto que ignorei o desejo de ficar juntos no presente para alcançar o meu objetivo profissional.
Queria um novo amor, uma nova chance de recomeçar.
Menti para manter o emprego e ela me desgraçou, falou muitas coisas horríveis, ao qual eu sempre me lembrarei, fizemos planos que se tornaram ilusões diante dos meus olhos. Como podíamos falar em nosso casamento se ela disse que não me amava. Ainda pedindo para eu amar pelo casal?
O encanto da conversa morreu, parecemos dois estranhos em busca de atenção, mas o assunto sempre morre. Ela mudou, assim como eu. Mas essas mudanças geraram um enorme precipício entre a gente. Quanto eu estou perto ela reclama do passado, quando estou longe ela reclama do presente e do amanhã.
Talvez uma terrível descoberta que eu tenha feito é que ela não mede palavras, me chama de vagabundo, satanista, xinga minha família toda e diz que a culpa foi minha. Que ignorei os sacrifícios que ela fez por mim, que tentou diversas maneiras me ajudar, assim com eu a ela, mas os fatos são esquecidos como as roupas de inverno em um armário de verão. Está lá, mas a pessoa nem se lembra,
Dediquei boa parte da minha vida para fazê-la feliz, mas ela fez questão de pisar no meu coração.
...Procuro um novo amor...
Amava uma pessoa que queria tratar bem e ser feliz, mas eu a decepcionei, ela me decepcionou, nós decepcionamos tanto que ignorei o desejo de ficar juntos no presente para alcançar o meu objetivo profissional.
Queria um novo amor, uma nova chance de recomeçar.
Menti para manter o emprego e ela me desgraçou, falou muitas coisas horríveis, ao qual eu sempre me lembrarei, fizemos planos que se tornaram ilusões diante dos meus olhos. Como podíamos falar em nosso casamento se ela disse que não me amava. Ainda pedindo para eu amar pelo casal?
O encanto da conversa morreu, parecemos dois estranhos em busca de atenção, mas o assunto sempre morre. Ela mudou, assim como eu. Mas essas mudanças geraram um enorme precipício entre a gente. Quanto eu estou perto ela reclama do passado, quando estou longe ela reclama do presente e do amanhã.
Talvez uma terrível descoberta que eu tenha feito é que ela não mede palavras, me chama de vagabundo, satanista, xinga minha família toda e diz que a culpa foi minha. Que ignorei os sacrifícios que ela fez por mim, que tentou diversas maneiras me ajudar, assim com eu a ela, mas os fatos são esquecidos como as roupas de inverno em um armário de verão. Está lá, mas a pessoa nem se lembra,
Dediquei boa parte da minha vida para fazê-la feliz, mas ela fez questão de pisar no meu coração.
...Procuro um novo amor...
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Filosofia da vida
""Formou? Faz faculdade! Formou? Arruma um emprego! Arrumou? Faz um mestrado! Formou? Arruma outro emprego! Arrumou?" Acreditem, nunca acaba!"
Atualmente eu estou preso nesse círculo, mas obviamente reconhecer que está dentro não significa que eu posso sair assim sem mais e nem menos. O primeiro passo é reconhecer a situação onde eu estou, fiz graduação e uma pós, estou no meu primeiro emprego, em uma empresa que não tem reconhecimento e nem ganhando quanto eu gostaria de ganhar para elaborar o meu plano de vida. Ainda estou travado nas mesmices do cotidiano. O que é uma merda, estou louco para abrir minhas asas e aproveitar o céu azul, sei que responsabilidades e contas serão chatas, mas em compensação terei algo, paz. Paz acima de tudo e ainda vou poder continuar com os meus projetos.
Romper esse círculo vicioso é o primeiro passo a ser seguido.
Atualmente eu estou preso nesse círculo, mas obviamente reconhecer que está dentro não significa que eu posso sair assim sem mais e nem menos. O primeiro passo é reconhecer a situação onde eu estou, fiz graduação e uma pós, estou no meu primeiro emprego, em uma empresa que não tem reconhecimento e nem ganhando quanto eu gostaria de ganhar para elaborar o meu plano de vida. Ainda estou travado nas mesmices do cotidiano. O que é uma merda, estou louco para abrir minhas asas e aproveitar o céu azul, sei que responsabilidades e contas serão chatas, mas em compensação terei algo, paz. Paz acima de tudo e ainda vou poder continuar com os meus projetos.
Romper esse círculo vicioso é o primeiro passo a ser seguido.
sábado, 7 de setembro de 2013
Sem título
A porta do simples escritório foi escancaranda na passagem de um esbaforido jovem, o diretor analisou por uma fração de segundos, seus músculos relaxaram, o instinto de treinamento era sua melhor arma, e ele não abaixava guarda mesmo quando o sol estava a pico.
-Diretor!
Os olhos treinados identificaram o rapaz mais novo, seu nome era Deivison, um dos novos recrutas, ele não se destacava nas atividades então foi selecionado para o grupo de suporte e comunicação. Hoje, se não falha a memória do diretor, ele deveria ficar de vígia na torre norte, o que aconteceu para ele entrar assim e está em um estado tão eufórico.
-Senhor...! -ele respirava com dificuldade.
-Se acalme filho, respire e me diga o que aconteceu.
-Senhor, polícia, estão... chegando.
-Merda, aqueles malditos!!
O diretor se levantou com força, o rapaz ficou pequeno diante da presença do outro, apesar de estar em uma idade já considerada velha, o diretor mostrava estar em excelente forma física e que em seus anos dourados era um verdadeiro guerreiro. O diretor trotou para fora da sala, o rapaz pulou fora e depois de ver a figura tratou de correr atrás do diretor.
-Já dei o alarme de proximidade, o grupo deve estar terminando a camuflagem.
-Excelente! -o diretor anotou mentalmente para parabenizá-lo pela iniciativa.
-O que eles estão querendo?
-Provavelmente deve ser uma tramóia daqueles malditos.
-Devo alertar os os vigilantes?
-Não, deixe que eles descansem, mas chamem os guardas e acorde o Klaus, para mim.
-Sim senhor!
Deivison saiu correndo para o alojamento, o diretor foi de encontro ao grupo que se reunia em frente a um galpão, eram jovens e homens de diferentes idades, eles eram um pouco sérios demais e observavam o diretor se aproximar como se esperassem as ordens para começarem agir. O diretor olhou para os outros enquanto escondiam os equipamentos. Ele respirou antes de falar.
-Todos sabem que as pessoas normais são problemas, elas podem está sobre influência ou pode ser qualquer coisa, mas não significa que iremos abaixar a guarda, mantenham-se atentos e a qualquer movimento estranho saquem suas armas.
-SIM!!
O primeiro carro demorou uns 10 minutos para atravessar a mata e estacionar na clareira principal do conjunto de casas, aos poucos foram chegando dois, três carros, ao todo seis carros e uma ambulância jogava luz no pátio, os policiais desceram, mas permaneceram perto dos seus veículos.
"Estão cautelosos até demais." pensou o diretor, por um momento ele se perguntou se havia chance de não derramamento de sangue, quando se tratava deles, sempre havia derramamento de sangue.
Uma figura feminina se aproximou, ela era forte, atlética e mantinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, ela se postou do lado do diretor e assim como ele mantinha o olhar em todos os novos visitantes.
-Klaus, desculpe por te chamar agora.
-Não há problema, senhor. Qual é a situação?
-Quem sabe, o pessoal ali está tão tenso quanto nosso grupo.
Um homem de terno se destacou na frente do grupo ele retirou o blazer e mostrou com cuidado ele se desarmando, o homem se adiantou m frente ao prédio principal daquela pequena vila e disse bem alto:
-Sou o detetive Marcos, houve uma denúncia contra essa vila! -ele mostou confiança na voz, alguns policiais estavam tensos, com os canos das armas apontando para o chão e o dedo preste a atirar. -Quem é o responsável por essa cidade?
O diretor sorriu, ele se empenhou em transformar o acampamento em um lar seguro, é claro que aos poucos o local foi crescendo e parecia agora um lar. Ele se adiantou em frente ao grupo, saber que estava no meio de dois grupos, os dois pareciam tensos e acima de tudo claramente estavam armados, mas aquela situação era quase rotina para o diretor, tanto que seus nervos nem se alteraram ao responder.
-Sou o responsável desse local, meu nome é Grecgor!
-Muito bem Grecgor, você se importaria que eu olhasse sua residência?
-Sei que estou afastado da cidade e de todas as suas leis a muito tempo, mas ainda me lembro muito bem que a polícia não pode invadir a propriedade alheia assim por vontade própria.
-E que tal pela vontade do juiz? Estamos com um mandado de busca.
-Perfeitamente, posso ver?
Marcos entregou sem hesitar, Grecgor olhou a folha e fez uma anotação mental sobre as pessoas que assinaram o mandato, ele teria que ir atrás de cada um e pressioná-los apra saber de onde veio a denúncia. Seus olhos passaram pela ficha e imediatamente pararão na acusação, cárcere privado! Ele esperava algo do tipo porte ilegal de armas e Deus sabe o quanto tinham, ou fabricação de drogas que poderia explicar uma revista mais minuciosa, mas eles estavam atrás das celas?! Claro que havia gente presa, mas a prisão era delicado demais, só seus nervos treinados impediram de demonstrar surpresa, Marcos pareceu desapontado ao falar:
-Se você não entendeu, a denúncia é sobre cárcere privado, parece que vocês tem pessoas presas em celas.
-Isso é rídiculo. Aqui é uma vila pacífica, estamos vivendo longe da poluição e da corrupção.
-Sim, Papai Smurf, não me interessa isso. Invés de estar em casa estou aqui no fim do mundo para veriguar o que vocês doentes estão aprontado.
-Diretor!
Os olhos treinados identificaram o rapaz mais novo, seu nome era Deivison, um dos novos recrutas, ele não se destacava nas atividades então foi selecionado para o grupo de suporte e comunicação. Hoje, se não falha a memória do diretor, ele deveria ficar de vígia na torre norte, o que aconteceu para ele entrar assim e está em um estado tão eufórico.
-Senhor...! -ele respirava com dificuldade.
-Se acalme filho, respire e me diga o que aconteceu.
-Senhor, polícia, estão... chegando.
-Merda, aqueles malditos!!
O diretor se levantou com força, o rapaz ficou pequeno diante da presença do outro, apesar de estar em uma idade já considerada velha, o diretor mostrava estar em excelente forma física e que em seus anos dourados era um verdadeiro guerreiro. O diretor trotou para fora da sala, o rapaz pulou fora e depois de ver a figura tratou de correr atrás do diretor.
-Já dei o alarme de proximidade, o grupo deve estar terminando a camuflagem.
-Excelente! -o diretor anotou mentalmente para parabenizá-lo pela iniciativa.
-O que eles estão querendo?
-Provavelmente deve ser uma tramóia daqueles malditos.
-Devo alertar os os vigilantes?
-Não, deixe que eles descansem, mas chamem os guardas e acorde o Klaus, para mim.
-Sim senhor!
Deivison saiu correndo para o alojamento, o diretor foi de encontro ao grupo que se reunia em frente a um galpão, eram jovens e homens de diferentes idades, eles eram um pouco sérios demais e observavam o diretor se aproximar como se esperassem as ordens para começarem agir. O diretor olhou para os outros enquanto escondiam os equipamentos. Ele respirou antes de falar.
-Todos sabem que as pessoas normais são problemas, elas podem está sobre influência ou pode ser qualquer coisa, mas não significa que iremos abaixar a guarda, mantenham-se atentos e a qualquer movimento estranho saquem suas armas.
-SIM!!
O primeiro carro demorou uns 10 minutos para atravessar a mata e estacionar na clareira principal do conjunto de casas, aos poucos foram chegando dois, três carros, ao todo seis carros e uma ambulância jogava luz no pátio, os policiais desceram, mas permaneceram perto dos seus veículos.
"Estão cautelosos até demais." pensou o diretor, por um momento ele se perguntou se havia chance de não derramamento de sangue, quando se tratava deles, sempre havia derramamento de sangue.
Uma figura feminina se aproximou, ela era forte, atlética e mantinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, ela se postou do lado do diretor e assim como ele mantinha o olhar em todos os novos visitantes.
-Klaus, desculpe por te chamar agora.
-Não há problema, senhor. Qual é a situação?
-Quem sabe, o pessoal ali está tão tenso quanto nosso grupo.
Um homem de terno se destacou na frente do grupo ele retirou o blazer e mostrou com cuidado ele se desarmando, o homem se adiantou m frente ao prédio principal daquela pequena vila e disse bem alto:
-Sou o detetive Marcos, houve uma denúncia contra essa vila! -ele mostou confiança na voz, alguns policiais estavam tensos, com os canos das armas apontando para o chão e o dedo preste a atirar. -Quem é o responsável por essa cidade?
O diretor sorriu, ele se empenhou em transformar o acampamento em um lar seguro, é claro que aos poucos o local foi crescendo e parecia agora um lar. Ele se adiantou em frente ao grupo, saber que estava no meio de dois grupos, os dois pareciam tensos e acima de tudo claramente estavam armados, mas aquela situação era quase rotina para o diretor, tanto que seus nervos nem se alteraram ao responder.
-Sou o responsável desse local, meu nome é Grecgor!
-Muito bem Grecgor, você se importaria que eu olhasse sua residência?
-Sei que estou afastado da cidade e de todas as suas leis a muito tempo, mas ainda me lembro muito bem que a polícia não pode invadir a propriedade alheia assim por vontade própria.
-E que tal pela vontade do juiz? Estamos com um mandado de busca.
-Perfeitamente, posso ver?
Marcos entregou sem hesitar, Grecgor olhou a folha e fez uma anotação mental sobre as pessoas que assinaram o mandato, ele teria que ir atrás de cada um e pressioná-los apra saber de onde veio a denúncia. Seus olhos passaram pela ficha e imediatamente pararão na acusação, cárcere privado! Ele esperava algo do tipo porte ilegal de armas e Deus sabe o quanto tinham, ou fabricação de drogas que poderia explicar uma revista mais minuciosa, mas eles estavam atrás das celas?! Claro que havia gente presa, mas a prisão era delicado demais, só seus nervos treinados impediram de demonstrar surpresa, Marcos pareceu desapontado ao falar:
-Se você não entendeu, a denúncia é sobre cárcere privado, parece que vocês tem pessoas presas em celas.
-Isso é rídiculo. Aqui é uma vila pacífica, estamos vivendo longe da poluição e da corrupção.
-Sim, Papai Smurf, não me interessa isso. Invés de estar em casa estou aqui no fim do mundo para veriguar o que vocês doentes estão aprontado.
Espadachim
Droga
O espadachim foi encurralado, errara em uma curva e agora em sua frente havia as costas de uma casa mal tratada pelo tempo e sujeira que a cidade impregnava nas casas e moradas das pessoas. Em suas costas três homens armados, eles vestiam o mesmo uniforme negro. Seus olhos não se podiam ser vistos atrás do visor esverdeado.
--Pare ladrão!
O espadachim hesitou, encarando seus perseguidores e pensando como poderia sair sem arrumar uma encrenca maior, por precaução sua mão direita já estava no cabo de sua espada, os homens soltaram uma risada de escárnio, na mente deles o espadachim em sua frente não era mais uma ameaça, eles o estavam perseguindo desde que ele roubara a caravana do Lorde Deloc, o espadachim quebrou a linda de segurança, invadiu o carro de suprimentos e saíra chamando o mínimo possível de atenção, ele só fora descorberto quando o soldado notou a sua espada, o espadachim o imobilizou, mas era tarde demais o alarme já havia sido soado, o espadachim começou a correr atravessando a multidão e entrando em becos e ruelas para despistar seus seguidores, mas agora por azar do destino ele se encontrava naquela situação.
--Acabou! Se entregue pacificamente!
--Ou então dê um pouco de trabalho e sofra as consequências.
--Vamos com calma, Theo.
--Para quê? ele só tem uma espada, vamos todos juntos pegá-lo antes que o Deloc se irrite ainda mais.
--Isso é verdade.
O guarda da esquerda avançou com a arma em punho, pelos olhos do espadachim o mundo havia parado e feixes de luz vermelha atravessavam ao seu redor, a espada foi sacada.
Respeite a luz
Sua espada de lâmina negra seguiu o caminho de feixe acertando
O espadachim foi encurralado, errara em uma curva e agora em sua frente havia as costas de uma casa mal tratada pelo tempo e sujeira que a cidade impregnava nas casas e moradas das pessoas. Em suas costas três homens armados, eles vestiam o mesmo uniforme negro. Seus olhos não se podiam ser vistos atrás do visor esverdeado.
--Pare ladrão!
O espadachim hesitou, encarando seus perseguidores e pensando como poderia sair sem arrumar uma encrenca maior, por precaução sua mão direita já estava no cabo de sua espada, os homens soltaram uma risada de escárnio, na mente deles o espadachim em sua frente não era mais uma ameaça, eles o estavam perseguindo desde que ele roubara a caravana do Lorde Deloc, o espadachim quebrou a linda de segurança, invadiu o carro de suprimentos e saíra chamando o mínimo possível de atenção, ele só fora descorberto quando o soldado notou a sua espada, o espadachim o imobilizou, mas era tarde demais o alarme já havia sido soado, o espadachim começou a correr atravessando a multidão e entrando em becos e ruelas para despistar seus seguidores, mas agora por azar do destino ele se encontrava naquela situação.
--Acabou! Se entregue pacificamente!
--Ou então dê um pouco de trabalho e sofra as consequências.
--Vamos com calma, Theo.
--Para quê? ele só tem uma espada, vamos todos juntos pegá-lo antes que o Deloc se irrite ainda mais.
--Isso é verdade.
O guarda da esquerda avançou com a arma em punho, pelos olhos do espadachim o mundo havia parado e feixes de luz vermelha atravessavam ao seu redor, a espada foi sacada.
Respeite a luz
Sua espada de lâmina negra seguiu o caminho de feixe acertando
Ankou
-Você está morto Vira-Lata.!!
Quem gritava comigo era um garoto corpulento, com dentes faltando e com o almoço escorrendo pelos seus ombros. Eu estava atônito, não pela ameaça ou por finalmente alguém ter mostrado coragem para enfrentar o garoto mais desprezível do colégio, eu estava atônito por que fui EU que derramou o prato por cima da cabeça dele, eu também desviei do soco dele que o fez cair no chão aumentando mais a fúria do valentão, agora a parte estranha era que eu não me lembrava de ter feito aquilo, minha última lembrança era de eu estar em casa, tinha acabado de acordar...
Os amigos do Guto se assomaram a roda que assistiam a tudo, eles gritavam e incentivavam a briga, a adrenalina saía deles e parecia me instigar para um combate, embora Guto fosse pelo menos um palmo maior que eu e seus braços diziam que podiam fazer a minha cara de quebra cabeça.
-Guto... Qual é? Desculpa cara, não sei o que deu em mim.
-Oh claro, não se preocupe quando eu te mandar para o hospital, os médicos olharam você.
Ele abriu um sorriso perigoso e eu vi as veias soltando em seu pescoço largo e seu rosto ficando vermelho. Mal sinal já tinha visto ele ficando assim e Guto conseguia nos ensinar uma nova definição de dor.
-Ou o veterinário, já que é lugar de Vira-latas.
Ele avançou e eu recuei o máximo possível, mãos me impeliam ir para a frente, mas eles não estavam muito dispostos, então conseguir enconstar na parede, como um animal encurralado. Guto pegou de seu bolso seu soco inglês, ferramenta que ele utilizava quando trazia para o pessoal. É eu estava morto. Ele socou com força, antes que desse por mim, tinha desviado para a esquenda e com um chute o fiz cair sobre seu joelho e enterrei seu rosto na parede com minha outra mão. O silêncio tomou conta do recinto, as pessoas esperavam a minha morte, mas não acreditavam em minha vitória. Nem eu acreditava, além do mais eu nem sabia que podia me mexer daquela maneira, foi então que tudo se apagou. Quando acordei estava em minha casa, meu avô estava no chão suando frio e seus olhos fitavam a ponta de uma espada. Uma espada que EU segurava.
-Quê...?!
Imediatamente eu a larguei em um canto e recuei o máximo possível, sentia que meu coração ia sair pela boca e todo o meu corpo doía, mas tinha medo do que queria olhar. Assisti meu avô levantar e estalar seu ombro, em sua mão uma espada igual a minha, eu me deixei cair no chão e foi aí que vi preocupação nos olhos de meu avô.
-Você está bem Ankou?
-O quê?!
-Você está me assustando, Ankou o que aconteceu?
-O quê?
Ele se ajoelhou diante de mim e eu recuei com medo. Medo que voltasse a ferir ele, medo daquela estranha escuridão. Eu me lembrava somente de Guto e somente de acordar, agora lá fora era noite, era impossível que tinha apssado tanto tempo. Os olhos de meu avô me estudava com cuidado, até que entendimento passou em seus olhos.
- você se lembra da nossa sessão de treino?
-O quê? T-Treino?
O avô levantou a espada, olhei para ele e dpois para a sala, os móveis estavam fora do lugar, dando um espaço bem no meio sala, o vô também estava usando uma roupa diferente, uma acolchoada. O que estava acontecendo? Meu avô dizia treino como se fosse corriqueiro, algo comum. Mas que eu me lembrava aquela era a unica vez que segurei uma espada e ainda mais apontando para o meu avô. Um pensamento sinistro passou a minha mente, será que apaguei po rtanto tempo que fizera eu lutar com o meu avô? Puxei a espada dele para frente do meu rosto, precisa de um reflexo agora. Quem me encarava era um jovem de olhos escuros, cabelo curto e nariz grande para o meu rosto oval, tudo normal.
Então não deveria ter passado tanto tempo, mas será que os dias...
-Que dia é hoje?
-27 de julho.
Lembro-me que o despertador apresentava esse dia, um dia antes do meu aniversário que deveria ser daqui a pouco horas. Eu não sabia o que falar então contei para o meu avô tudo que tinha acontecido até agora, falei do que senti quanto eu avancei contra Guto e fiquei ainda mais desconfiado, pois o meu avô não demonstrava surpresa, apenas ouvia um pouco alarmado, aparentemente ele já estava esperando por aquilo.
-Ankou quero que fique calmo. Respire.
Mantive a minha cabeça entre os joelhos, como se lutasse contra os enjoos, meu próprio estômago girava com força, não aguentei e despejei tudo fora.
-O que está acontecendo?! -minha mãe surgiu no portal, senti o seu cheiro doce tão familiar, mas não encarei-a o que ela pensave de mim, um neto que apontava para seu avô e quase o matou.
-Parece que está ficando mais forte.
-O que isso significa?
-Não sei ao certo, era para durar por um tempo.
Eu os olhei, minha mãe olhava preocupada para o meu avô e o que significava aqula conversa? Eu já não entendia mais nada.
-O que está acontencendo? -perguntei com medo, medo do que estava acontecendo e intimamente com medo da resposta.
-Vanha Ankou
Quem gritava comigo era um garoto corpulento, com dentes faltando e com o almoço escorrendo pelos seus ombros. Eu estava atônito, não pela ameaça ou por finalmente alguém ter mostrado coragem para enfrentar o garoto mais desprezível do colégio, eu estava atônito por que fui EU que derramou o prato por cima da cabeça dele, eu também desviei do soco dele que o fez cair no chão aumentando mais a fúria do valentão, agora a parte estranha era que eu não me lembrava de ter feito aquilo, minha última lembrança era de eu estar em casa, tinha acabado de acordar...
Os amigos do Guto se assomaram a roda que assistiam a tudo, eles gritavam e incentivavam a briga, a adrenalina saía deles e parecia me instigar para um combate, embora Guto fosse pelo menos um palmo maior que eu e seus braços diziam que podiam fazer a minha cara de quebra cabeça.
-Guto... Qual é? Desculpa cara, não sei o que deu em mim.
-Oh claro, não se preocupe quando eu te mandar para o hospital, os médicos olharam você.
Ele abriu um sorriso perigoso e eu vi as veias soltando em seu pescoço largo e seu rosto ficando vermelho. Mal sinal já tinha visto ele ficando assim e Guto conseguia nos ensinar uma nova definição de dor.
-Ou o veterinário, já que é lugar de Vira-latas.
Ele avançou e eu recuei o máximo possível, mãos me impeliam ir para a frente, mas eles não estavam muito dispostos, então conseguir enconstar na parede, como um animal encurralado. Guto pegou de seu bolso seu soco inglês, ferramenta que ele utilizava quando trazia para o pessoal. É eu estava morto. Ele socou com força, antes que desse por mim, tinha desviado para a esquenda e com um chute o fiz cair sobre seu joelho e enterrei seu rosto na parede com minha outra mão. O silêncio tomou conta do recinto, as pessoas esperavam a minha morte, mas não acreditavam em minha vitória. Nem eu acreditava, além do mais eu nem sabia que podia me mexer daquela maneira, foi então que tudo se apagou. Quando acordei estava em minha casa, meu avô estava no chão suando frio e seus olhos fitavam a ponta de uma espada. Uma espada que EU segurava.
-Quê...?!
Imediatamente eu a larguei em um canto e recuei o máximo possível, sentia que meu coração ia sair pela boca e todo o meu corpo doía, mas tinha medo do que queria olhar. Assisti meu avô levantar e estalar seu ombro, em sua mão uma espada igual a minha, eu me deixei cair no chão e foi aí que vi preocupação nos olhos de meu avô.
-Você está bem Ankou?
-O quê?!
-Você está me assustando, Ankou o que aconteceu?
-O quê?
Ele se ajoelhou diante de mim e eu recuei com medo. Medo que voltasse a ferir ele, medo daquela estranha escuridão. Eu me lembrava somente de Guto e somente de acordar, agora lá fora era noite, era impossível que tinha apssado tanto tempo. Os olhos de meu avô me estudava com cuidado, até que entendimento passou em seus olhos.
- você se lembra da nossa sessão de treino?
-O quê? T-Treino?
O avô levantou a espada, olhei para ele e dpois para a sala, os móveis estavam fora do lugar, dando um espaço bem no meio sala, o vô também estava usando uma roupa diferente, uma acolchoada. O que estava acontecendo? Meu avô dizia treino como se fosse corriqueiro, algo comum. Mas que eu me lembrava aquela era a unica vez que segurei uma espada e ainda mais apontando para o meu avô. Um pensamento sinistro passou a minha mente, será que apaguei po rtanto tempo que fizera eu lutar com o meu avô? Puxei a espada dele para frente do meu rosto, precisa de um reflexo agora. Quem me encarava era um jovem de olhos escuros, cabelo curto e nariz grande para o meu rosto oval, tudo normal.
Então não deveria ter passado tanto tempo, mas será que os dias...
-Que dia é hoje?
-27 de julho.
Lembro-me que o despertador apresentava esse dia, um dia antes do meu aniversário que deveria ser daqui a pouco horas. Eu não sabia o que falar então contei para o meu avô tudo que tinha acontecido até agora, falei do que senti quanto eu avancei contra Guto e fiquei ainda mais desconfiado, pois o meu avô não demonstrava surpresa, apenas ouvia um pouco alarmado, aparentemente ele já estava esperando por aquilo.
-Ankou quero que fique calmo. Respire.
Mantive a minha cabeça entre os joelhos, como se lutasse contra os enjoos, meu próprio estômago girava com força, não aguentei e despejei tudo fora.
-O que está acontecendo?! -minha mãe surgiu no portal, senti o seu cheiro doce tão familiar, mas não encarei-a o que ela pensave de mim, um neto que apontava para seu avô e quase o matou.
-Parece que está ficando mais forte.
-O que isso significa?
-Não sei ao certo, era para durar por um tempo.
Eu os olhei, minha mãe olhava preocupada para o meu avô e o que significava aqula conversa? Eu já não entendia mais nada.
-O que está acontencendo? -perguntei com medo, medo do que estava acontecendo e intimamente com medo da resposta.
-Vanha Ankou
Thorn
-Thorn, acorde! -um chacoalhão. -Vamos, estamos de partida.
O menino Thorn acordou desorientado, na sa frente seu irmão Yori sacudia a cabeça desaprovando o cochilo do irmão mais novo, o garoto olhou em volta tinha mais gente dormindo perto do garoto, geralmente era os mais velhos ou os que estavam mais cansados da viagem, todo o lugar cheirava mal, suor humano misturado com o fedor que as peles soltavam. Aos poucos os gritos do pai chegaram até eles, o pai coordenava os outros do acampamento, fazendo os levantar as tendas e arrumar coisas já que estavam de saída. O garoto saiu para o lado do irmão, ele tinha dormido na parte de trás da carroça protegido do sol forte que castigava aquele terreno areioso, mas não impedia o calor, ele sentira suas costas gélidas por causa do suor que escorria de seu corpo.
-Meninos, venham! -disse o pai os vendo de longe.
Os dois correram para junto do pai, um homem alto e que carregava o símbolo de liderança daquela caravana, um bastão com a forma de águia, suas roupas eram o mesmo que muitas pessoas camadas de tecidos para proteger do sol e da desidratação, assim como muitos seus lábios estavam ressecados e quebradiços. A caravana não demorou a se mover como uma enorme cobra do deserto, seu ritmo era lento, embora constante, o pai dos meninos ensinava sobre as coisas mntado em seu cavalo, privilégio para quem era líder e o principal pela sobrevicência do grupo.
O sol era o maior castigo para quem atraesssava o deserto, a temperatura só aumentava pelo dia, todo cuidado era pouco quanto a preservação da pouca água, mas o maior perigo era as miragens e quando as pessoas não sentiam mais sede, a água era tão escassa que suas mentes pregavam peças dizendo ao corpo que não havia mais tanta vontade de beber o precioso líquido, então de uma hora para outra alguém caía de rosto no chão, sem alarme e sem nada que pudesse fazer.
Thorn saltou para o chão e num movimento sacou a sua espada de madeira e disse apontando para o irmão:
-Venha meu grande inimigo, enfrente-me se tiver coragem!
O irmão encarou o pai que deu um sorriso e deu ombros. O irmão sacou a sua espada e os dois começaram a sorrir um enfrentando o outro, foi quando o líder olhou para o leste e viu um cavalo cavalgando depressa. Ele reconheu um de seus batetores pelas cores de suas roupas, mas o que não significava nada, ladrões tinham todo o tipo de truque em suas mãos.
-Thorn, Yori! -os garotos olharam com urgência, sabiam cada tom de voz do pai e aquele dizia: chega de brincadeira e fiquem junto de mim.
Logo o batedor foi visto pelos outros que começaram a se aglomerar em um ponto com o pai dos meninos, alguns das carvanas se sesconderam nas lonas das carroças e atrás dos cavalos e preparavam para contra atacar com arcos e pedras. O batedor veio correndo e estendeu o punho para sua esquerda e a mão direita foi para sua cabeça.
-É um dos nossos. -mumurou alguém atrás do líder.
-Ou ele pode ter sido torturado até contar sobre o sinal de hoje. -disse o pai já segurando a empunhadeira da sua espada, uma espada de metal que já sentira o gosto de sangue em outro tempo.
-Não, é o Ian. -disse um que se aproximou mais para ver melhor.
O líder ainda encarava esperando uma armadilha, ele só relaxou quando Ian desmontou e parecia muito contente.
-O que foi homem? - perguntou um
-Vocês não vão acreditar!
O rapaz acordou nervoso, aquele sonho de novo, ele suava e seu peito arfavava, sua mão esquerda estava enfaixada até o meio do braço, ele sentia antigas dores voltando e segurou com força o o braço esquerdo, como se esperasse estancar aquela dor para fora, mas nao adiantou. A dor durou alguns minutos onde o rapaz segurava o máximo o grito que queria sair de sua garganta. De sua alma. Quando a dor cessou ele testou abrir e fechar as mãos, ao levartasse quase foi derrubado por um monte de roupa que estava espalhado no chão, observando bem o quarto estava tomado por um caos de roupas e outros objetos, o rapaz não se importou, apenas apertou o cinto de sua calça e vestiu uma camisa preta, logo ele resolveria aquele problema da roupa. Quando abriu a porta o som de jazz entrou rapidamente pelo cômodo, seu quarto fora projetado para que nada incomodasse seu sono, ele já tinha muita coisa para atrapalhar a sua noite. Ele desceu a escada que ligava até o primeiro andar e se situou em um clube/bar, a música vinha de dois novos músicos, as pessoas bebiam e riam aproveitando a noite para soltar todas as inibições que elas mantinham pela manhã. O rapaz se dirigiu ao canto do bar, o local menos frequentado e sem pedir o barman deixou um copo de bebida bem na sua frente.
-Outro sonho?
-Nem me fale... Como estão as coisas Shun?
-Tudo tranquilo chefe.
Shun se afastou para atender algumas garotas que acabaram de chegar, apesar de oriental ele tinha um rosto e jeito que conquistava fácil as garotas, Shun era alto e era o funcionário mais antigo do Éden, a boate pertencente ao rapaz. Ele nomeara assim, em homenagem ao pai que buscou seu próprio éden, claro que a definição de éden para o seu pai era diferente, mas Thorn não ligava, seu pai sempre dizia que deveria construir as coisas como ele queria. Shun voltou logo em seguida e notou que o rapaz nem tocara no copo. Uma atitude que já não era comum. A relação dos dois era estranha Shun era muito mais velho e sempre estava lá cuidando do Éden, já o rapaz passava boa parte do dia sentado onde estava, olhando para tudo e a todos. Alguns empregados novos não admitiam que Thorn continuasse a ser o dono, eles queriam Shun, um homem com tino nos negócios, mas Shun logo desmentia que ele era apenas o cara que servia a bebida.
-Thorn, foi o sonho de novo?
-Sim. -disse sem hesitar, não havia necessidade de esconder.
-Você precisa de ajuda, esses sonhos estão ficando cada vez mais frequentes.
-Eu sei. Estou assustado.
Shun se surpreendeu a coragem de Thorn era algo que o tinha impressionado no primeiro momento, Thorn sempre estivera cara a cara com o perigo e nunca nem sentira uma pontada de medo. Houve uma vez que um ladrão entrou exigindo todo o dinheiro Thorn simplesmente se levantou caminhou até o bandido até o cano encostar no peito dele e mesmo assim o ladrão não disparou, preferiu fugir. Mas esse foi mais um caso, desde que aceitara trabalhar para Thorn ele sentia que não havia provações que ele não pudesse superar e inspirar a lutar. Para Thorn está assustado aquilo deveria ser sobre uma coisa pior que a morte.
Thorn encarou aqueles olhos e sorriu:
-Eu sei o que você está pensando. Mas não há o que mudar.
-Você sabe o que os sonhos significam?
-Infelizmente sim. É um chamado.
-Chamado?
-Um chamado do Inferno. -disse Thorn olhando para a mão esquerda.
Os dois ficaram calados, apenas a música do bar tocava embalando e ressoando por todo o local. Quem
O menino Thorn acordou desorientado, na sa frente seu irmão Yori sacudia a cabeça desaprovando o cochilo do irmão mais novo, o garoto olhou em volta tinha mais gente dormindo perto do garoto, geralmente era os mais velhos ou os que estavam mais cansados da viagem, todo o lugar cheirava mal, suor humano misturado com o fedor que as peles soltavam. Aos poucos os gritos do pai chegaram até eles, o pai coordenava os outros do acampamento, fazendo os levantar as tendas e arrumar coisas já que estavam de saída. O garoto saiu para o lado do irmão, ele tinha dormido na parte de trás da carroça protegido do sol forte que castigava aquele terreno areioso, mas não impedia o calor, ele sentira suas costas gélidas por causa do suor que escorria de seu corpo.
-Meninos, venham! -disse o pai os vendo de longe.
Os dois correram para junto do pai, um homem alto e que carregava o símbolo de liderança daquela caravana, um bastão com a forma de águia, suas roupas eram o mesmo que muitas pessoas camadas de tecidos para proteger do sol e da desidratação, assim como muitos seus lábios estavam ressecados e quebradiços. A caravana não demorou a se mover como uma enorme cobra do deserto, seu ritmo era lento, embora constante, o pai dos meninos ensinava sobre as coisas mntado em seu cavalo, privilégio para quem era líder e o principal pela sobrevicência do grupo.
O sol era o maior castigo para quem atraesssava o deserto, a temperatura só aumentava pelo dia, todo cuidado era pouco quanto a preservação da pouca água, mas o maior perigo era as miragens e quando as pessoas não sentiam mais sede, a água era tão escassa que suas mentes pregavam peças dizendo ao corpo que não havia mais tanta vontade de beber o precioso líquido, então de uma hora para outra alguém caía de rosto no chão, sem alarme e sem nada que pudesse fazer.
Thorn saltou para o chão e num movimento sacou a sua espada de madeira e disse apontando para o irmão:
-Venha meu grande inimigo, enfrente-me se tiver coragem!
O irmão encarou o pai que deu um sorriso e deu ombros. O irmão sacou a sua espada e os dois começaram a sorrir um enfrentando o outro, foi quando o líder olhou para o leste e viu um cavalo cavalgando depressa. Ele reconheu um de seus batetores pelas cores de suas roupas, mas o que não significava nada, ladrões tinham todo o tipo de truque em suas mãos.
-Thorn, Yori! -os garotos olharam com urgência, sabiam cada tom de voz do pai e aquele dizia: chega de brincadeira e fiquem junto de mim.
Logo o batedor foi visto pelos outros que começaram a se aglomerar em um ponto com o pai dos meninos, alguns das carvanas se sesconderam nas lonas das carroças e atrás dos cavalos e preparavam para contra atacar com arcos e pedras. O batedor veio correndo e estendeu o punho para sua esquerda e a mão direita foi para sua cabeça.
-É um dos nossos. -mumurou alguém atrás do líder.
-Ou ele pode ter sido torturado até contar sobre o sinal de hoje. -disse o pai já segurando a empunhadeira da sua espada, uma espada de metal que já sentira o gosto de sangue em outro tempo.
-Não, é o Ian. -disse um que se aproximou mais para ver melhor.
O líder ainda encarava esperando uma armadilha, ele só relaxou quando Ian desmontou e parecia muito contente.
-O que foi homem? - perguntou um
-Vocês não vão acreditar!
O rapaz acordou nervoso, aquele sonho de novo, ele suava e seu peito arfavava, sua mão esquerda estava enfaixada até o meio do braço, ele sentia antigas dores voltando e segurou com força o o braço esquerdo, como se esperasse estancar aquela dor para fora, mas nao adiantou. A dor durou alguns minutos onde o rapaz segurava o máximo o grito que queria sair de sua garganta. De sua alma. Quando a dor cessou ele testou abrir e fechar as mãos, ao levartasse quase foi derrubado por um monte de roupa que estava espalhado no chão, observando bem o quarto estava tomado por um caos de roupas e outros objetos, o rapaz não se importou, apenas apertou o cinto de sua calça e vestiu uma camisa preta, logo ele resolveria aquele problema da roupa. Quando abriu a porta o som de jazz entrou rapidamente pelo cômodo, seu quarto fora projetado para que nada incomodasse seu sono, ele já tinha muita coisa para atrapalhar a sua noite. Ele desceu a escada que ligava até o primeiro andar e se situou em um clube/bar, a música vinha de dois novos músicos, as pessoas bebiam e riam aproveitando a noite para soltar todas as inibições que elas mantinham pela manhã. O rapaz se dirigiu ao canto do bar, o local menos frequentado e sem pedir o barman deixou um copo de bebida bem na sua frente.
-Outro sonho?
-Nem me fale... Como estão as coisas Shun?
-Tudo tranquilo chefe.
Shun se afastou para atender algumas garotas que acabaram de chegar, apesar de oriental ele tinha um rosto e jeito que conquistava fácil as garotas, Shun era alto e era o funcionário mais antigo do Éden, a boate pertencente ao rapaz. Ele nomeara assim, em homenagem ao pai que buscou seu próprio éden, claro que a definição de éden para o seu pai era diferente, mas Thorn não ligava, seu pai sempre dizia que deveria construir as coisas como ele queria. Shun voltou logo em seguida e notou que o rapaz nem tocara no copo. Uma atitude que já não era comum. A relação dos dois era estranha Shun era muito mais velho e sempre estava lá cuidando do Éden, já o rapaz passava boa parte do dia sentado onde estava, olhando para tudo e a todos. Alguns empregados novos não admitiam que Thorn continuasse a ser o dono, eles queriam Shun, um homem com tino nos negócios, mas Shun logo desmentia que ele era apenas o cara que servia a bebida.
-Thorn, foi o sonho de novo?
-Sim. -disse sem hesitar, não havia necessidade de esconder.
-Você precisa de ajuda, esses sonhos estão ficando cada vez mais frequentes.
-Eu sei. Estou assustado.
Shun se surpreendeu a coragem de Thorn era algo que o tinha impressionado no primeiro momento, Thorn sempre estivera cara a cara com o perigo e nunca nem sentira uma pontada de medo. Houve uma vez que um ladrão entrou exigindo todo o dinheiro Thorn simplesmente se levantou caminhou até o bandido até o cano encostar no peito dele e mesmo assim o ladrão não disparou, preferiu fugir. Mas esse foi mais um caso, desde que aceitara trabalhar para Thorn ele sentia que não havia provações que ele não pudesse superar e inspirar a lutar. Para Thorn está assustado aquilo deveria ser sobre uma coisa pior que a morte.
Thorn encarou aqueles olhos e sorriu:
-Eu sei o que você está pensando. Mas não há o que mudar.
-Você sabe o que os sonhos significam?
-Infelizmente sim. É um chamado.
-Chamado?
-Um chamado do Inferno. -disse Thorn olhando para a mão esquerda.
Os dois ficaram calados, apenas a música do bar tocava embalando e ressoando por todo o local. Quem
Sinceramente.. Eu não sei o que pensar.
Sério, o que diabos as pessoas querem de mim? Eu estou cansado de tentar ser perfeito, estou cansado que esperem algo de mim e acima de tudo eu estou farto de olhar para o monstro de olhos de vidro e ver apenas o meu próprio reflexo. O que diabos esse monstro que me atormenta quer? Por que só há o meu reflexo, ele está lá parado olhando para mim, não importa para qual direção eu me vire, só há a merda daqueles olhos inexpressivos.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
que dia...
Olhei diante dos olhos da fera e por um instante vi o meu reflexo diante de um vidro sem emoção... sem sentimentos, sem nada....
Será esse o fim?
Será esse o fim?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Odeio isso
Porra fui ler um livro hoje de manhã e quando termino descubro que o mesmo está sem final... Que porra!!!
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Hoje
Caramba hoje eu vi uma imagem do Zen Pencil sobre o criador de Calvin e Haroldo, ele mostra um homem que não está feliz com o trabalho, que é convidado para beber com os colegas e chefe, nesse quadro mostra a vida de avareza que as pessoas pregam nos dias atuais. Ele entrega a carta de demissão e fica em casa pintando um dinossauro, sua esposa aparece e vemos que ela está grávida, então o homem desistiu de sua carreira para ficar em casa cuidando da filha e fazendo o que ele quer. No final ele diz:
Viver de sua maneira não é fácil. Mas ainda é permitido E que ele não ver problema nenhum em viver assim.
Ontem eu me senti mal no trabalho eu continuo fazendo o que devo fazer, e não o que quero fazer.
Estou longe de casa, em uma cidade que não gosto, em um trabalho onde até os meus colegas me jogam para baixo, minha família tenta entender, mas ao mesmo tempo falam absurdos sem tamanho e me deixam pior. Não sabem que odeio comparações? E daí se fulano está bem de vida, e daí se a garota pobre deu a volta por cima? Eles deram certo, mas ninguém quer falar sobre as pessoas que não deram certo, ou então pessoas que tiveram tudo de mão aberta.
O que todos os conselhos tem em comum é que preciso ser determinado nas coisas que eu quero e buscar minha área de afinidade. Parece ser simples, mas eles apenas esperam que fazer o que quer seja ganhar dinheiro, as pessoas são diferentes, medos diferentes e acima de tudo vontades diferentes. É muito fácil dizer siga seus sonhos quando você já venceu na vida, mas quando está em uma situação ruim todos lhe apontam defeitos e querem uma resposta.
Apenas uma resposta...
Viver de sua maneira não é fácil. Mas ainda é permitido E que ele não ver problema nenhum em viver assim.
Ontem eu me senti mal no trabalho eu continuo fazendo o que devo fazer, e não o que quero fazer.
Estou longe de casa, em uma cidade que não gosto, em um trabalho onde até os meus colegas me jogam para baixo, minha família tenta entender, mas ao mesmo tempo falam absurdos sem tamanho e me deixam pior. Não sabem que odeio comparações? E daí se fulano está bem de vida, e daí se a garota pobre deu a volta por cima? Eles deram certo, mas ninguém quer falar sobre as pessoas que não deram certo, ou então pessoas que tiveram tudo de mão aberta.
O que todos os conselhos tem em comum é que preciso ser determinado nas coisas que eu quero e buscar minha área de afinidade. Parece ser simples, mas eles apenas esperam que fazer o que quer seja ganhar dinheiro, as pessoas são diferentes, medos diferentes e acima de tudo vontades diferentes. É muito fácil dizer siga seus sonhos quando você já venceu na vida, mas quando está em uma situação ruim todos lhe apontam defeitos e querem uma resposta.
Apenas uma resposta...
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Não esperava por essa.
Não esperava ter quatro dias para visitar minha família, foi até engraçado, pois meus pais tinham viajado e meus irmãos sempre mantinham o mesmo comportamento, cada um no seu eletrônico e cada um no seu mundinho, mas o que me espanta é minha irmã ao tentar falar comigo me diz que está brava comigo, só por que saí sem avisar ninguém.
Como poderia avisar, sendo meu celular estava morto e todo o nordeste ficou a merce do apagão? Nosso telefone era digital que precisa de energia para funcionar. Ela aparentava estar nervosa comigo, como se ela nunca tivesse saído de casa sem mandar noticia. É isso que me irrita bastante, a hipocrisia de algumas pessoas quando enchem a boca para falar essas coisas... Sinceramente que merda.
Ah uma coisa boa: eu e meu melhor amigos formos colocar a nossa conversa em dia, foi massa, ás vezes sinto falta de alguém para conversar sobre tudo e sobre nada. Quanto a minha ex, nem sei o que dizer... Parece que há um encanto sobre mim, um encanto que não me deixa ficar afastado, não importa quanta distância eu coloco entre a gente. Ela sempre vai ser meu primeiro amor, e quanto a isso não sinto que consigo mudar, mas só queria ter algo para erguer-me antes de pensar em coração de novo.
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Putz mal cheguei e vieram os enganos, o gerente não mudou a escala, sendo que na hora que minha colega me ligou dizendo que eu deveria estar trabalhando eu estava no ônibus, saindo de minha cidade. Trabalhei a tarde e no dia seguinte pela manhã, agora o meu corpo protesta pelo meu esforço, meu tórax doí, meus olhos estão pesados e ombros e moral para baixo.
Se já não bastasse isso, fui designado hoje para fazer um serviço lento, demorado, que exige concentração e avaliação de documentos. Nossa que dor de cabeça!!! Até a hora do almoço (onde distrair minha mente com Plants Vs Zumbie 2) e logo deppois do almoço minha mente voltou a doer, até eu chegar em casa. Posso confirmar pegar ônibus com dor de cabeça é horrível!!! Senti com se alguém furasse o meu crânio com uma furadeira cega e no meio de um terremoto.
Como poderia avisar, sendo meu celular estava morto e todo o nordeste ficou a merce do apagão? Nosso telefone era digital que precisa de energia para funcionar. Ela aparentava estar nervosa comigo, como se ela nunca tivesse saído de casa sem mandar noticia. É isso que me irrita bastante, a hipocrisia de algumas pessoas quando enchem a boca para falar essas coisas... Sinceramente que merda.
Ah uma coisa boa: eu e meu melhor amigos formos colocar a nossa conversa em dia, foi massa, ás vezes sinto falta de alguém para conversar sobre tudo e sobre nada. Quanto a minha ex, nem sei o que dizer... Parece que há um encanto sobre mim, um encanto que não me deixa ficar afastado, não importa quanta distância eu coloco entre a gente. Ela sempre vai ser meu primeiro amor, e quanto a isso não sinto que consigo mudar, mas só queria ter algo para erguer-me antes de pensar em coração de novo.
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Putz mal cheguei e vieram os enganos, o gerente não mudou a escala, sendo que na hora que minha colega me ligou dizendo que eu deveria estar trabalhando eu estava no ônibus, saindo de minha cidade. Trabalhei a tarde e no dia seguinte pela manhã, agora o meu corpo protesta pelo meu esforço, meu tórax doí, meus olhos estão pesados e ombros e moral para baixo.
Se já não bastasse isso, fui designado hoje para fazer um serviço lento, demorado, que exige concentração e avaliação de documentos. Nossa que dor de cabeça!!! Até a hora do almoço (onde distrair minha mente com Plants Vs Zumbie 2) e logo deppois do almoço minha mente voltou a doer, até eu chegar em casa. Posso confirmar pegar ônibus com dor de cabeça é horrível!!! Senti com se alguém furasse o meu crânio com uma furadeira cega e no meio de um terremoto.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Um mar de Caos
Já li os livros de Rick Riordan, e tem um que me chamou a atenção foi o conto com aventura dos Kane's, uma obra que trazia o antigo Egito para os dias atuais, seguindo a linha de Percy Jackson, ele trás a briga entre a Ordem e o Caos uma batalha que poderia ser descrita como o Bem contra o Mal, mas se parar para pensar, geralmente nos traz a sensação que o mal quer dominar, quer usurpar as conquistas do lado do bem. Nesses livros p Caos age como forma de destruir tudo, voltar o mundo ao estado de caos, um mar de fogo. Engraçado é notar que o vilão é uma cobra (Apófis) exemplo citado em diversos escritores.
Ordem e Caos, Bem e Mal, Medo e Coragem, todos esses elementos podem ser associados uns aos outros, como sendo complementares, vendo que são inimigos uns dos outros, vou ser sincero eu gosto desse gênero de escrita, gosto de ver personagens lutando para mudar o mundo ao seu redor. Acho que são o tipo de livro que eu gosto, tirando aqueles que a personagem principal é uma mulher e se apaixona por um ser não humano, eu acho aquilo tãããããoooo chato, querem colocar uma personagem que tem medo e ao mesmo tempo aceite a ideia de namorar e amar um vampiro, lobisomem ou qualquer outra coisa que acabou de surgir na vida da pessoa, por que não faz o oposto? Uma vampira se apaixona por um mortal e o restante do clã não gosta da ideia? E querem matá-lo, por isso.
Não apenas fazem uma mortal cair de amor de uma hora para outra por uma pessoa, como se o destino tivesse sorrido para o casal, ali naquele momento e zás acontece tudo para o bem do casal, ele não gosta de ser um monstro, de machucar a pessoa e ela, e por fim um clímax que quase mata a personagem, mas o herói monstro aceita seu lado e salva a mocinha e happy end.
Definitivamente não é o meu tipo de livro.
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Com tanta coisa acontecendo em minha vida não tive tempo de escrever algo no blog e nem ao menos no papel, tive mais uma crise de existencialismo de minha namorada (ou sei lá o que somos), onde ela dizia que não conseguia mais se levantar, não queria mais se erguer e muito menos lutar em vão pelas coisas, que estava cansada de tudo e que só queria dormir o dia inteiro e/ou morrer.
Disse que não confiava mais em mim e que quanto estamos juntos ela não quer olhar para mim. O que diabos ela quer que eu faça? Desista de um emprego, volte a ficar desempregado enquanto procuro algo e se ela não gostar do meu outro emprego? Vou desistir também? Viver de novo com meus pais exigindo que eu produza algo? Às vezes eu acho que a ignorância é uma benção, ela estudou por tanto tempo psicologia, ouvia diversas sobre o tema que até hoje se sente frustrada. Eu simplesmente acho isso uma merda, ela ainda me pergunta se eu acordei sem saber quem eu sou. Como diabos eu devo responder isso? Toda a minha vida é vivida por mim, mas é claro que posso usar a minha imaginação para tudo e para nada.
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Devido a umas mentiras que contei, acabei me consultando com um psicólogo, será que só eu acho que não preciso de psicólogo? Ouvir as palavras dele e de meu amigo foram as mesmas coisas, claro que devemos consultar com as pessoas, procurar ajuda, mas se a cura veem de dentro por que então preciso de alguém para expor os meus pensamentos? Aqui esse blog funciona como memorização e psicólogo, qual é o problema eu mantê-lo para esses afins?
Ai ai, o pior que lendo Teiteiros Inc. eu vejo que minha paz nunca irá durar, as pessoas continuam me pedindo para crescer, para produzir cada vez mais e cada vez mais... Vai chegar um momento que olharei para minha namorada e falarei tudo aquilo que guardo no meu interior. Vai chegar o momento que direi para os meus pais que não os quero mais me atrapalhando em minha vida. Vai chegar o momento que direi a todos que eu não consigo, direi que já consegui tudo o que eu quero na vida.
Eu vejo que esse dia está vindo, sinto que tudo que eu fiz e vi me impulsiona para esse dia.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Cobrança
Quem diria que o meu problema era tão simples e ao mesmo tempo tão fácil de resolver... Cobrança... Cobrança apenas, é por isso que nunca fico bom, atualmente tenho tido essa impaciência esse estouro e pior ainda, que satisfação eu tenho na vida? Que motivação?
Tudo isso por cobrança.
Tudo isso por cobrança.
domingo, 4 de agosto de 2013
Minha sanidade
Lamentavelmente, estou sendo pressionado por tudo e o pior a pessoa que pensei que amava, infelizmente se tornou alguém que não quero passar um momento, não quero trair, não é do meu feitio, mas sinto que com ela a tormenta de meus pensamentos e ideias nunca irá acabar, é sempre um somando ao outro, é sempre uma coisa somando a lagoa que ela tem em sua mente, e o pior de tudo é que ela não se segura, não quer se segurar, só pensa em agir e falar e danem-se todos, principalmente eu.
domingo, 28 de julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Minha mente.
Acabei de fazer uma coisa muito errada, eu desliguei a minha responsabilidade, meu orgulho e meu lado profissional para satisfazer a necessidade de minha "amada(?)", mas não consegui chegar nem perto dela nesse dia, devido a distância entre a gente, como eu devo me comportar com isso, como eu devo agir...
Posso estar sendo um canalha não lhe contando a verdade que preferi manter os dois emprego e amor, mesmo que em regiões diferentes, ela quer que eu desista, como pediu para eu desistir anteriormente. Mas não fiz, talvez por que eu penso que não posso voltar sem estar bem, talvez eu diga ar para ser que não consiga devido a problemas com familiares, talvez simplesmente por que não quero voltar a ser saco de pancadas ou fraco. Não é fraqueza trabalhar enquanto procura algo melhor na vida, não é fraqueza chorar de raiva.
Se estou sendo fraco? Eu não iria trabalhar justamente para ir vê-la, mas não tinha passagem de ônibus, cheguei no trabalho e liguei para INFRAERO para comprar a passagem pela TRIP, às 13h, o preço estava um pouco acima do meu orçamento e eu ainda precisava ver o que faria com o meu chefe, que excepcionalmente estava sendo um chefe presente. Quando me decidi era às 14h e já não tinha mais passagens pelo telefone, meus colegas vendo meu ado mental sugeriram que eu fosse no balcão, gastei uns R$ 80,00 para ir de táxi ao aeroporto e quando chego uma burocracia do caralho e é claro não havia mais passagem, perdi a minha janela, perdi um dia de trabalho e acima de tudo perdi um compromisso que eu tinha com ela.
Agora tento ligar no celular dela, mas ela está no crisma e não sei como falar que não irei hoje, não sei como contar que não desistir de trabalhar e que ainda quero ficar junto dela... É agradável sair om ela e ela ainda me excita, mas se for adicionar qualquer problema nesse relacionamento de balança parece que tudo se desaba, ela me diz coisas horríveis e eu continuo fazendo coisas horríveis para ela, talvez pela minha inépcia em falar quando brigamos, quando vejo às lágrimas dela diante de mim.
O que me falta é coragem ou imprudência? Por que quando vou tomar uma decisão me sinto que tudo gira ao meu redor e sinto angústia e depressão... O que diabos eu preciso fazer para ter um pouco de paz.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
O que se passa na minha cabeça?
Ontem passei o dia desanimado pois está demorando para conseguir um emprego, outra coisa que me chateia é o lance do amor, meu coração ainda sofre pelo amor perdido, quero dizer eu e ela chegamos em uma situação que não reconhecemos um ao outro, quero dizer, ainda estão lá os bons momentos e o carinho que sentimos, mas nos machucamos muito.
O pior que a sofremos até pela mesma causa, foi muito estranho ouvir da boca dela que o problema era eu, sendo que ela também fazia tudo que estou fazendo com ela agora. Acho que pode se dizer que você colhe o que você planta, minhas emoções estão confusas e o pior é que não sei se o eu te amo é sincero, ou apenas uma frase colocada lá para tentar ressuscitar o que há muito tempo se perdeu...
Agora o que é mais desanimador é que estou em busca de emprego e de oportunidades de crescimento pessoal, mas é chato você enviar currículos um atrás do outro e não ser chamado, minha vó diz que tudo tem seu tempo, o pior é conseguir uma vaga em minha cidade, por que se fosse para conseguir aqui nessa cidade minhas chances aumentariam... Mas não sei, acho que minha insegurança é o que me prejudica e me faz vacilar na hora que mais preciso.
De vez em quando penso se não seria bom arranjar logo um psicólogo que pudesse me auxiliar a ordenar os meus pensamentos. O planejamento há, o controle também, coordenar e ordenar é o que me falta.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sem inspiração
Hoje fui acometido com aquela sensação desagradável de olhar apara o papel e não saber o que escrever, detesto essa sensação mas em suma eu não sei o que faço hoje... Tá tudo tão morno e sem sal que não me sinto que estou empolgado...
Para piorar como posso escrever sendo que tudo ao meu redor parece ser apenas sólidos, cadê a magia? cadê aquela sensação de tremor quando me deparava com uma página em branco?
Escrever é mesmo uma vida de cão, mas é a única que vale a pena ser vivida.
Para piorar como posso escrever sendo que tudo ao meu redor parece ser apenas sólidos, cadê a magia? cadê aquela sensação de tremor quando me deparava com uma página em branco?
Escrever é mesmo uma vida de cão, mas é a única que vale a pena ser vivida.
Se eu tivesse apenas um pedido.
Se eu tivesse apenas um pedido iria pedir um emprego que levasse a compra da minha casa, de preferência em uma cidade que eu goste.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
I'm Fucking Writer!!!!!!
Foda-se que meus pais querem que escolha uma profissão séria
Foda-se que minha namorada não entenda a merda que me fala
Foda-se que as pessoas pensem
Eu sou eu, não sou fulano ou cicrano, muito menos animal doméstico que faz tudo que pede. Sou mais eu e o que quero é ser alguém, ser alguém que possa caminhar com suas próprias pernas.
Foda-se que minha namorada não entenda a merda que me fala
Foda-se que as pessoas pensem
Eu sou eu, não sou fulano ou cicrano, muito menos animal doméstico que faz tudo que pede. Sou mais eu e o que quero é ser alguém, ser alguém que possa caminhar com suas próprias pernas.
sábado, 20 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Inspiração
Como a inspiração ocorre dos lugares mais diversos e das mais diversas maneiras. Ouvi palavras duras que até hoje ecoa em minha mente, mas dando a volta no mundo resolvi caminhar e esparecer, além do fato que precisava pagar umas contas, fui então para o shopping e olhando a superinteressante nada me chamou a atenção: Por que nossos políticos são burros? Eu já sabia a resposta, mas eu sempre gosto de olhar a parte final da revista assim eu aprenderia fazer algo, foi uma coisa legal como preservar água, um assunto que sempre me chama a atenção, mas folheando a revista encontro o ciclo da mitologia, mostrando diversos tipos de mitologia e as características comuns entre eles como por exemplo, para os esquimós há uma orca que se transforma em lobo para matar humanos e animais. Nunca tinha pensado em uma Orca lobisomem.
Agora o que me chamou a atenção foi a matéria DOENÇA DE SER NORMAL. Há uma linha de pensamento que diz que o consenso comum de ser normal é nocivo as pessoas, vivemos em um mundo onde é nos imposto tanta coisa nos nossos ombros que no fim não lembramos o por que estamos carregando aquilo tudo. Perdemos o propósito de nossas vidas e especialmente prendemos nossos talentos em nosso inteiro, deixando-o secar e desfalecer em plena vista nossa. E pagamos esse preço, seja nos sentimos mal ou pior deixando os outros maus simplesmente por que temos a necessidade de demonstrar aos outros o quão difícil foi o nosso dia.
Então é normal chegar em casa reclamando do emprego, ignorar seus filhos e pior a si próprio só para ganhar um salário no fim do mês? Vejo as pessoas dizendo que gostariam de estar em casa dormindo ou não fazendo nada. Também não é assim. enquanto as pessoas pensam assim eu penso em um livro que poderia ler, estudar um novo assunto, escrever, saborear novos pratos e viver um dia diferente, um dia que a terra parasse só para poder ver o brilho e a vida ao meu redor.
Sinceramente esse texto me abriu os olhos, mas não vou virar vagabundo, apenas arriscarei mais um pouco. O que preciso para terminar o meu livro é dois dias sem qualquer chance de me distrair ou atrapalhar. Só eu e a página em branco que aos poucos será recheada com letras e mais letras, formando uma paisagem, pessoas, presente, passado, futuro, ou seja, uma aventura. Desde já desejo a todos e a mim uma nova ordem, um novo recomeço!
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Novo personagem
Encontrei essa imagem em meu banco de imagens e não é que tive a ideia de fazer um novo conto, um personagem mais humano que os meus outros.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Eu ainda estou aqui
Eu ainda estou aqui, ainda estou aqui.
Como as coisas ruins acontecem uma atrás da outra e o pior é a cobrança. Dizer que nunca produzir nada? O que esperavam que eu produzisse? Nem na porra do trabalho de meu pai ele produz algo, ele só vende imoveis. Ah ele produz dinheiro? É isso que ele quer? E não é o que tenho produzido? Ah é pouco? Que eu me lembro ele começou vendendo limão na feira, aposto que ganhava rios e mais rios de dinheiro.
Ninguém sabe a minha história, ninguém sabe aonde eu quero ir e ninguém sabe o que penso, até chegar o ponto de descobrir, não me venham com liçõezinhas de moral.
Como as coisas ruins acontecem uma atrás da outra e o pior é a cobrança. Dizer que nunca produzir nada? O que esperavam que eu produzisse? Nem na porra do trabalho de meu pai ele produz algo, ele só vende imoveis. Ah ele produz dinheiro? É isso que ele quer? E não é o que tenho produzido? Ah é pouco? Que eu me lembro ele começou vendendo limão na feira, aposto que ganhava rios e mais rios de dinheiro.
Ninguém sabe a minha história, ninguém sabe aonde eu quero ir e ninguém sabe o que penso, até chegar o ponto de descobrir, não me venham com liçõezinhas de moral.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Não estou me sentindo bem
Sério, to sentindo tonturas, mal estar e acuna de tudo meu corpo todo parece que saiu de uma maratona e agora a fadiga ou qualquer outra coisa está me atingindo com toda a força.
terça-feira, 2 de julho de 2013
O que querem de mim?
O que diabos ela pensa que quer quando me falou aquilo tudo?
Quem ela pensa que é?
Quem foi nomeada a rainha da cocada preta.
Pelos Deuses, o que passa naquela porcaria de cabeça!!!
Quem ela pensa que é?
Quem foi nomeada a rainha da cocada preta.
Pelos Deuses, o que passa naquela porcaria de cabeça!!!
domingo, 30 de junho de 2013
Estou sem paciência
Esse emprego conseguiu o que eu nunca esperei de minha vontade, perdi totalmente o gosto de ir trabalhar nessa empresa, não me incomodo de pegar pesado, há pessoas boas e é bom estar empregado, mas estou fazendo sacrifícios demais, e pouca coisa esta voltando para mim. Não sinto que meus esforços estão voltando para mim, sinto mais e mais irritado, com clientes, gerentes, e principalmente com funcionários que adoram me foder a bel prazer.
Estou perdendo totalmente a vontade de fazer as coisas certas.
Estou perdendo totalmente a vontade de fazer as coisas certas.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Minha vó é 10++++
Nossa quando eu penso que ninguém se importa comigo, vem minha vó e fala justamente que preciso ouvir, achei muito bom ter conversado com ela hoje pela manhã, me sinto mais leve e preparado para o mundo, acontece que pensamentos vem e vão, mas a constante de não saber o que estou fazendo acaba com tudo que está acontecendo ao meu redor, mas vamos olhar pelo lado bom.
Estou com saúde, o que ajuda bastante
Estou me arranjando financeiramente e se parar para pensar, o dinheiro nem é tão importante assim (claro que evita um monte de problemas, mas não é a recompensa no final)
Tenho uma família presente que me ama e quer a minha felicidade, há discussões, há, mas o que isso importa? Qual família não discute, qual família não deixa de brigar para assistir o sucesso dos filhos.
O amor é um caminho tortuoso, mas ainda vale a pena ser seguido.
Estou mais confiante e não deixarei as pessoas montarem em mim a bel prazer.
E continuo escrevendo, mas dessa vez me foquei em apenas uma história, uma única história para melhorar os textos dos outros.
Ao terminar vou enviar para as pessoas que mais gosto e espero que eles possam ler e opinar no que eu preciso melhorar.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
post - portal de administradores
Esse post é do Portal de Administradores, estou colocando no meu blog para me inspirar a continuar evoluindo na minha carreira e na minha vida.
9 atitudes que não deixam sua vida evoluir
Muitos fatores podem determinar o sucesso ou não dos nossos projetos. Confira alguns deles.
Estamos na reta final de 2012 e a sensação é de que o tempo está
voando. Neste momento muitas pessoas se perguntam se o ano está valendo a
pena ou se está passando sem o rendimento e os resultados esperados.
Muitos fatores podem determinar o sucesso ou não dos nossos projetos.
Porém, existem algumas atitudes que, verdadeiramente, podem nos impedir
de evoluir sem que sejam percebidas. Entenda alguma delas e como
superá-las para que você consiga sair do lugar, seja na vida pessoal ou
profissional.
Não ter objetivos definidos
Se você não sabe o que quer, o tempo vai passar e nada vai acontecer, mas com certeza vai estar sempre com a sensação de que fez um monte de coisas. Escolha um ou dois objetivos extremamente realistas e pé no chão, para os próximos meses, escreva-os e detalhe um plano de ação. Ter algo mesmo que não seja "o plano perfeito" é melhor do que não ter nada.Achar que o momento certo ainda vai aparecer
O momento certo é um mito, ele não existe. As condições perfeitas nunca vão acontecer na hora que você precisa. Faça o momento certo ser o momento em que você decidir começar a sair do lugar, quem espera nunca alcança, ou nesse caso fica no mesmo lugar. É a lei da inércia.Não planejar seu tempo
Se você deixa a vida fluir como um rio, vai acabar como um peixe, na mesa de alguém ou nadando aleatoriamente. É preciso dar um norte para a semana, para o mês, para o dia. Se você não planejada nada, as coisas simplesmente se tornam urgentes e você fica sem tempo de fazer a vida evoluir.Não ter uma agenda eficiente
Se você anota as coisas que precisa fazer na cabeça, no post it, no caderno em qualquer lugar que tiver mais próximo, você é um forte candidato a se perder entre suas tarefas, não conseguir planejar de forma adequada e quando perceber não tem tempo para nada. Agenda eficiente é aquele que centraliza tudo que você precisa fazer, te permite planejar e está sempre presente com você.Usar o fim de semana para procrastinar a vida
Nada contra pegar um fim de semana de preguiça e não fazer nada, mas se você faz isso com a maior parte dos seus fins de semana tem algo errado. É no fim de semana que temos a oportunidade de recuperar a energia, de colocar a leitura em dia, de fazer algum curso, de ter tempo com os amigos, de estudar algo novo, de elaborar melhor suas ideias.Achar que alguém é responsável pela sua carreira
Não é a empresa, não é seu chefe, não são seus pais, seus amigos ou seus professores que fazem sua carreira. Você é que tem que constantemente usar seu tempo para investir em cursos, networking, eventos, estágios, etc.Não correr riscos
Se você faz o que costuma fazer sempre, vai ter o resultado de sempre. Os medíocres são aqueles que ficam na media. Os visionários, nada mais são do que pessoas que correram o risco e deram certo. Visionários erram, mas é errando que torna os riscos mais calculáveis. Alguma coisa você precisa arriscar, pense bem, analise com cautela, veja os prós e os contras e vá em frente.Reclamar
As coisas não dão sempre certo, a vida vai ter um monte de burradas, de erros, de traições, de mágoas, de perdas, etc. Viver é assim mesmo, se não curte isso, "pede pra sair" rsrsrs. Aprenda com os erros, faça uma análise e comece de novo. Perder seu tempo reclamando só vai piorar a situação. Enquanto você reclama, com certeza alguém já está começando a fazer a história de sucesso do amanhã.Excesso de redes sociais
Eu gosto do Facebook, Twitter, Linkedin. Na medida certa eles fazem a diferença na vida pessoal e profissional. Agora se você está viciado nas redes e deixa de fazer coisas importantes, com certeza vai ser bem difícil de evoluir.sexta-feira, 21 de junho de 2013
Releitura
Reli cada post meu desse blog:
Os posts alegres
Os posts de criação
Os posts de tristeza
Os posts de raiva
Reli cada post como se descobrisse um novo lado meu, posso ser o único leitor desse blog, mas sinceramente eu não me importo. Eu gosto, é uma forma de manter em minha mente os dias ocorridos, eu não sei se estou me abrindo aqui ou não, mas ultimamente estou me sentindo melhor, apesar da dúvida pairar sobre a minha cabeça, me sinto mais confiante para encarar meus desafios.
Conheci até uma nova amiga, apesar de só trocar ideias com ela através do computador, estou vendo o que posso fazer para continuar sendo eu mesmo, mas melhor também.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
5TH the November
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Somos mentirosos?
Hoje estava a vendo o filme "Dança Comigo?" onde o personagem John Clark é um pai suburbano com dois filhos adolescentes e uma esposa, o cotidiano do rapaz se ver mudado quando assistia a professora dançando sozinha. Movendo-se sem nem saber ele entra para aquele mundo de danças e pessoas. Aos poucos foi percebendo que menos se esperava dançar era o que mais gostava, que a dança permitia se descobrir no mundo, o próprio protagonista começou a se sentir mais feliz e animado, mas houve algo que ele fez. Ele escondeu da esposa as aulas e sobre aquele lado da sua vida. Ela desconfiada e pegando mentindo contratou detetives particulares que o mostraram a verdade: dança de salão. Em um concurso eles se encontram e quase jogam o casamento fora.
Ele diz que escondeu por que sentia que orgulhoso que ela era feliz com ele e resolveu não contar pois não queria dizer que estava infeliz com a rotina, para não parecer insatisfeito com a esposa e acima de tudo não querendo que ela se culpasse pelo relacionamento ter caído em rotina. Será que todos nós homens temos esse desejo de proteger a pessoa que amamos dos maus pensamentos e quando descobrem ferram tudo e querem colocar em risco todo o relacionamento.
Depois de ser descoberto e ter feito um papelão na pista de salão, o personagem volta para casa e fica mostrando para recuperar a confiança perdida negando até mesmo todo esforço que teve. Vendo-o me identifiquei com o protagonista, será que o homem é mentiroso para proteger a pessoa que ama? Eu não sei, só sei que continuo mentindo sem saber o por que minto, só sei que perco um pouco da minha vida a cada lágrima que a vejo derrubar.
Ele diz que escondeu por que sentia que orgulhoso que ela era feliz com ele e resolveu não contar pois não queria dizer que estava infeliz com a rotina, para não parecer insatisfeito com a esposa e acima de tudo não querendo que ela se culpasse pelo relacionamento ter caído em rotina. Será que todos nós homens temos esse desejo de proteger a pessoa que amamos dos maus pensamentos e quando descobrem ferram tudo e querem colocar em risco todo o relacionamento.
Depois de ser descoberto e ter feito um papelão na pista de salão, o personagem volta para casa e fica mostrando para recuperar a confiança perdida negando até mesmo todo esforço que teve. Vendo-o me identifiquei com o protagonista, será que o homem é mentiroso para proteger a pessoa que ama? Eu não sei, só sei que continuo mentindo sem saber o por que minto, só sei que perco um pouco da minha vida a cada lágrima que a vejo derrubar.
domingo, 2 de junho de 2013
Distúrbio Emocional
Atualmente estou em um tornado de sentimentos, estou perdido e enquanto isso estou buscando formas de continuar em paz. Estou tentando agradar as pessoas ao meu redor e vejo o quanto isso está me fazendo mal, algumas pessoas me pressionam para o meu sucesso, outras me pressionam para conseguir uma felicidade.
E sempre a mesma pergunta o que eu quero da vida. Para ser sincero o que quero é uma coisa simples quero ter o meu lar onde possa chegar e não ter medo de ouvir palavras agressivas no momento de lazer, quero estar empregado na área de administração, conhecendo e aceitando desafios, quero ao meu lado uma pessoa que possa confiar meus sentimentos e história, quero alguém onde possa conversar sobre tudo que estou passando, que possamos tornar os sonhos em realidade, quero alguém que possa me ajudar a construir uma vida, não um monte de tragédia, quero alguém que dê um puxão de orelha quando eu estiver errado, que aceite meu lado, aceite minhas fraquezas e seja uma motivação para que eu melhore.
Acima de tudo quero ser feliz, não preciso ser milionário, mas apenas feliz.
E sempre a mesma pergunta o que eu quero da vida. Para ser sincero o que quero é uma coisa simples quero ter o meu lar onde possa chegar e não ter medo de ouvir palavras agressivas no momento de lazer, quero estar empregado na área de administração, conhecendo e aceitando desafios, quero ao meu lado uma pessoa que possa confiar meus sentimentos e história, quero alguém onde possa conversar sobre tudo que estou passando, que possamos tornar os sonhos em realidade, quero alguém que possa me ajudar a construir uma vida, não um monte de tragédia, quero alguém que dê um puxão de orelha quando eu estiver errado, que aceite meu lado, aceite minhas fraquezas e seja uma motivação para que eu melhore.
Acima de tudo quero ser feliz, não preciso ser milionário, mas apenas feliz.
terça-feira, 28 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Cabeça Vazia oficina do capeta
Já ouvi muitas vezes esse ditado sem saber o que significa direito, será que se referia ao pretexto que as crianças desocupadas irão aprontar, quebrar regras?
Acredito que tenha sido essa a ideia principal, mas é inegável o fato que também envolve emoções, emoções negativas como depressão e complexo de inferioridade, as pessoas precisam de hobbies e distrações (mesmo que signifique trabalho) para não enlouquecerem e se tornarem estúpidos e psicopatas. Estou trabalhando, não é um bom emprego, mas é o que conseguir por agora. Muitos estão falando para eu desistir e voltar para casa, me chamam de covarde, de querer o que é fácil.
Eu não acho covardia, dar sua cara a tapa em uma empresa que não tem nenhum comprometimento com empregado ou cliente
Eu não acho covardia, assumir qualquer horário pela empresa, mesmo que signifique esperar um ônibus 23h da noite.
Eu não acho de fácil receber uma miséria de salário por muito trabalho que tenho.
Eu não acho trabalhar em um setor onde a classe é desfavorecida e quando pedem reajustes dizem que não, pois ninguém veem reclamar do piso.
Eu não acho que estou fugindo dos meus problemas e sim assumindo riscos para diminuir esses problemas
Acredito que tenha sido essa a ideia principal, mas é inegável o fato que também envolve emoções, emoções negativas como depressão e complexo de inferioridade, as pessoas precisam de hobbies e distrações (mesmo que signifique trabalho) para não enlouquecerem e se tornarem estúpidos e psicopatas. Estou trabalhando, não é um bom emprego, mas é o que conseguir por agora. Muitos estão falando para eu desistir e voltar para casa, me chamam de covarde, de querer o que é fácil.
Eu não acho covardia, dar sua cara a tapa em uma empresa que não tem nenhum comprometimento com empregado ou cliente
Eu não acho covardia, assumir qualquer horário pela empresa, mesmo que signifique esperar um ônibus 23h da noite.
Eu não acho de fácil receber uma miséria de salário por muito trabalho que tenho.
Eu não acho trabalhar em um setor onde a classe é desfavorecida e quando pedem reajustes dizem que não, pois ninguém veem reclamar do piso.
Eu não acho que estou fugindo dos meus problemas e sim assumindo riscos para diminuir esses problemas
domingo, 19 de maio de 2013
Recompensa
Quando nos deparamos com um desafio em nossa frente mantemos na nossa frente a recompensa para tamanho sacrifício e tamanha luta, uma forma de continuar a pisar, não uma ou duas, mas sim continuamente.
Dizem que precisamos de coragem e fé para continuar seguindo em frente, já eu penso que devemos ter persistência nada vem de graça e também nada será levado de você de graça. Coragem e fé são as ferramentas necessárias que as pessoas usam para não desistir, mas persistência é a chave é mãe de todo sucesso!
Dizem que precisamos de coragem e fé para continuar seguindo em frente, já eu penso que devemos ter persistência nada vem de graça e também nada será levado de você de graça. Coragem e fé são as ferramentas necessárias que as pessoas usam para não desistir, mas persistência é a chave é mãe de todo sucesso!
domingo, 12 de maio de 2013
One Shot, One Kill
Sempre tento escrever com minhas palavras e algumas vezes me confundo em um poço de realidade vs história, foi então que me lembrei de uma tática de escrever muito útil para mim: One Shot, são histórias que são completas, são mais estruturadas e me ajuda a pensar em como separar toda a drama que irá ocorrer.
Recentemente vi na Super Interessante como contar storytelling, para fazer uma boa apresentação, mas também posso utilizar isso nos meus livros, o principal é no início é colocar um drama que desenvolva toda a história e que ajude a apresentar o leitor ao personagem.
Estou trabalhando nisso para crescer como escritor
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Fate Stay Night
I am the bone of my sword
My body is steel and my blood is fire
I've forged over a thousand blades
Death not know ...
I know life ...
Separates the mountain of earth,
sword divides water into two
I endured the pain to create many weapons.
But those hands will never be able to handle anything.
So as I pray ...
These blades work ceaselessly
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Pequenas lições
1• Aprenda a ter
consciência daquilo que é importante em sua vida e o que não é. Não desperdice seu
precioso tempo e energia em coisas que não irão te levar a lugar nenhum. (Não
falo de Hobbies, e sim de coisas que não possuem direcionamento). Procure
entender o poder de escolha que você tem em sua vida e saiba decidir quais
portas abrir e quais fechar e assim quando tomar um caminho erra, serás humilde
o suficiente para assumir seu erro e refazer as coisas com cabeça erguida.
2• Não projete sua força ou fraqueza nos outros. Elabore uma lista de todas as pessoas que você admira e as características que você admira nelas. Elabore outra lista com as pessoas que você odeia e coloque nessa lista as características que você menospreza nessas pessoas. Após isso, observe as características que você admira e também as que você menospreza e perceberá que estará olhando num espelho. As características que você deprecia são aquelas que você menos gosta em si, as que você teve/tem. As características que você admira são as que você não está permitindo desenvolver em você. Não projete isso nas outras pessoas, torne-se responsável por isso.
3• Você nem sempre irá conseguir aquilo que quer. Como Mick Jagger disse: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se tentar, algumas vezes você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor e aprenda a valorizar tudo que tem em sua vida, aprecie as coisas que você tem agora, sim você pode não ter tudo, mas algumas pessoas não tem nada.
4• Não rebaixe alguém para outra pessoa. Um Homem honrado não tem um comportamento infantil como esse. Se você tem problema com alguém, tome coragem e fale.
5• Sorria, mesmo quando tudo for tristeza. David Deida diz: “A man should lie with a hurting heart rather than a closed one”. Normalmente abraçamos o prazer e nos fechamos para a dor. Isso é um erro, pois “quando a casa cair” e só restar uma dor profunda, abrace-a inteiramente, mantenha o peito aberto. Encare diretamente seu sofrimento, sem medo, sem esperança. Aquele que se fecha para seu sofrimento próprio trava-se também para a alegria, para o êxtase, para o amor e, principalmente, para a dor e sofrimento de sua(s) parceira(s).
6• Valorize seus amigos da mesma forma que eles te valorizam, lute por aqueles que lutarem por ti, reconheça-os e defenda-os quando necessário, mas para aqueles que não fazem o mesmo por você, afaste-se, pois esses não são seus amigos e alguns nem sabem o que é amizade verdadeira.
7• Orgulhe-se de quem você é e de onde veio, pois ninguém é melhor que você e nunca será, pois cada um tem seu valor. Como homem, amigo, irmão, filho, pai e etc, você é e sempre será insubstituível.
8• Jamais compare sua vida ou seu nível de sucesso com outras pessoas, pois você não tem idéia do que eles têm feito e eles não sabem o bem que você faz e o mal que você evita fazer, compare sua vida e sucesso apenas com seu passado, tudo aquilo que já fez e deixou de fazer para chegar onde está hoje.
9• Mostre quem você realmente é sendo honesto com si mesmo e com aqueles que te cercam, não tenha medo de dizer aquilo que DEVE ser dito, aquilo que pensa e aquilo que os outros pensam, mas ninguém tem coragem de falar, mas saiba expressar-se de modo justo, seja em relacionamentos familiares, relacionamentos amorosos ou amizades, isso é realmente manifestar seu caráter, e acredite as pessoas gostam e irão respeitá-lo ainda mais por isso.
10• Descubra seu propósito de vida e continue nele. Nesse tempo onde a tecnologia reina e com explosão demográfica, opções, possibilidades e escolha são milagres e ao mesmo uma agonia. Estamos vivendo em uma época em que as escolhas são simplesmente infinitas, vários objetivos, metas, influencias externas o tempo todo e isso costuma causar uma confusão mental enorme em nós, pois diante de tantas possibilidades não conseguimos fazer uma escolha e permanecer nela, muitas vezes pensamos: "Nossa! O fulano está fazendo isso, talvez eu devesse seguir esse caminho também..." E mudamos totalmente nosso rumo, por diversas vezes acabamos por nos perder. "O homem que caça dois coelhos não pega nenhum." - Confúcio.
Bônus:
2• Não projete sua força ou fraqueza nos outros. Elabore uma lista de todas as pessoas que você admira e as características que você admira nelas. Elabore outra lista com as pessoas que você odeia e coloque nessa lista as características que você menospreza nessas pessoas. Após isso, observe as características que você admira e também as que você menospreza e perceberá que estará olhando num espelho. As características que você deprecia são aquelas que você menos gosta em si, as que você teve/tem. As características que você admira são as que você não está permitindo desenvolver em você. Não projete isso nas outras pessoas, torne-se responsável por isso.
3• Você nem sempre irá conseguir aquilo que quer. Como Mick Jagger disse: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se tentar, algumas vezes você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor e aprenda a valorizar tudo que tem em sua vida, aprecie as coisas que você tem agora, sim você pode não ter tudo, mas algumas pessoas não tem nada.
4• Não rebaixe alguém para outra pessoa. Um Homem honrado não tem um comportamento infantil como esse. Se você tem problema com alguém, tome coragem e fale.
5• Sorria, mesmo quando tudo for tristeza. David Deida diz: “A man should lie with a hurting heart rather than a closed one”. Normalmente abraçamos o prazer e nos fechamos para a dor. Isso é um erro, pois “quando a casa cair” e só restar uma dor profunda, abrace-a inteiramente, mantenha o peito aberto. Encare diretamente seu sofrimento, sem medo, sem esperança. Aquele que se fecha para seu sofrimento próprio trava-se também para a alegria, para o êxtase, para o amor e, principalmente, para a dor e sofrimento de sua(s) parceira(s).
6• Valorize seus amigos da mesma forma que eles te valorizam, lute por aqueles que lutarem por ti, reconheça-os e defenda-os quando necessário, mas para aqueles que não fazem o mesmo por você, afaste-se, pois esses não são seus amigos e alguns nem sabem o que é amizade verdadeira.
7• Orgulhe-se de quem você é e de onde veio, pois ninguém é melhor que você e nunca será, pois cada um tem seu valor. Como homem, amigo, irmão, filho, pai e etc, você é e sempre será insubstituível.
8• Jamais compare sua vida ou seu nível de sucesso com outras pessoas, pois você não tem idéia do que eles têm feito e eles não sabem o bem que você faz e o mal que você evita fazer, compare sua vida e sucesso apenas com seu passado, tudo aquilo que já fez e deixou de fazer para chegar onde está hoje.
9• Mostre quem você realmente é sendo honesto com si mesmo e com aqueles que te cercam, não tenha medo de dizer aquilo que DEVE ser dito, aquilo que pensa e aquilo que os outros pensam, mas ninguém tem coragem de falar, mas saiba expressar-se de modo justo, seja em relacionamentos familiares, relacionamentos amorosos ou amizades, isso é realmente manifestar seu caráter, e acredite as pessoas gostam e irão respeitá-lo ainda mais por isso.
10• Descubra seu propósito de vida e continue nele. Nesse tempo onde a tecnologia reina e com explosão demográfica, opções, possibilidades e escolha são milagres e ao mesmo uma agonia. Estamos vivendo em uma época em que as escolhas são simplesmente infinitas, vários objetivos, metas, influencias externas o tempo todo e isso costuma causar uma confusão mental enorme em nós, pois diante de tantas possibilidades não conseguimos fazer uma escolha e permanecer nela, muitas vezes pensamos: "Nossa! O fulano está fazendo isso, talvez eu devesse seguir esse caminho também..." E mudamos totalmente nosso rumo, por diversas vezes acabamos por nos perder. "O homem que caça dois coelhos não pega nenhum." - Confúcio.
Bônus:
- • Não busque aprovação. Quando as pessoas não gostam de você ou de algo que você fez, ao invés de você pensar: “Ah, ok ele(a) não gostou isso é problema dele(a).” Leia, Foda-se. Você provavelmente internaliza um conceito diferente, algo que seria como: “Oh essa pessoa me desaprova, talvez eu não mereça aprovação. Eu sou o tipo de pessoa que as outras pessoas não gostam.” Você generaliza e passa a associar tudo isso como parte da sua identidade, prendendo assim sua existência a um conceito negativo.
Os 13 códigos
1. SER VERDADEIRO
2. O MEU TEMPO NUNCA FOI OU SERÁ DESPERDIÇADO
3. NÃO IR CONTRA QUEM VOCÊ É
4. RESPEITAR AS PESSOAS QUE MERECEM MEU RESPEITO
5. SOU HUMANO, POR ISSO, SOU ÚNICO!
6. MINHA HONRA É MINHA LUTA
7. NÃO SEREI INTIMIDADO
8. SEM LUTA NÃO HÁ VITÓRIA, SEM INCENTIVO NÃO HÁ
VONTADE.
9. MEUS IDEAIS SÃO FORJADOS A AÇO E FOGO
10. PENSO LOGO VIVO, VIVO PARA PENSAR.
11. OS PRAZERES DA VIDA EXISTEM PARA SEREM
DESFRUTADOS
12. BUSCAREI EM MINHA VIDA À MINHA VIDA.
13. SEREI FIEL AO MEU CAMINHO, AO CAMINHO QUE EU
ESCOLHEREI.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Sabe qual é a pior coisa do mundo?
É ser romântico...
Você sofre pelas menores coisas,
Você sente que cada entrave de uma relação é o fim do mundo para ti, sem ar acaba e seu chão desaba.
Ser romântico é uma merda!!!!
Você sofre pelas menores coisas,
Você sente que cada entrave de uma relação é o fim do mundo para ti, sem ar acaba e seu chão desaba.
Ser romântico é uma merda!!!!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Deus
Quando Deus descansou, não é mais sensato dizer que ele deixou ser Deus? Acompanhe meu raciocínio, Deus ao descansar deixou de ser Deus para se tornar um pássaro, uma formiga, uma baleia, um plâncton, um urso e até um ser humano. Deus não morreu, ele deixou sua essência para sua criação, não tornando um, mas sim vários. Foi provado que o DNA já é constituído para acreditar em um ser divino, então isso prova que ele existiu e continua conosco. Deus nos acompanha dia e noite e cuida da gente, quando estamos perdidos ou precisando de ajuda não dizem que Deus interveem nos homens para ajudar?
"O alarme de inundação acordou todos aquela manhã, um idoso saiu de sua casa para saber o que estava acontecendo, seus vizinhos estavam empacotando as coisas quando viram o idoso e ofereceram ajuda para ele.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
Assim os vizinhos terminaram e foram embora, a água chegou na cintura do idoso e um homem apareceu com uma caixa na cabeça e ofereceu ajuda ao idoso.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
O homem desejou boa sorte e partiu, a água subiu muito e o idoso teve que se abrigar no telhado, a equipe de salva vidas apareceu no bote e ofereceu ajuda.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
A equipe insistiu, mas como tinha outras vítimas a salvar acabou indo embora, deixando o idoso em cima do telhado que repetia a mesma frase. A casa desabou pela força da água e o idoso se afogou, ao chegar no céu ele perguntou a Deus:
-Sempre fui um homem crente a Ti, Deus, porque não me salvaste quando precisei?
-Meu filho, eu lhe mandei ajuda três vezes e você negou minha ajuda."
Ou seja, Deus está em cada um de nós, ou melhor dizendo, Deus é o somatório de toda vida, vejam o que uma simples formiga pode fazer, imagine o ser humano ou outras espécies. Somos incríveis por simplesmente estarmos vivos. Somos Deus de nossa vida, a cada nascimento, cada vida, cada ser é Deus surgindo cada vez mais. Vale ressaltar que não somos Deus, apenas fragmentos dele.
Cada ser junta um pouco de conhecimento que somado de todos será o conhecimento absoluto de Deus, somando nossas experiências e vivências acaba-se tendo onisciência e onipresença.
Mas é claro que posso estar errado e isso tudo que falei não passe de um monte de bobagem. Mas fazer o que é assim a vida.
"O alarme de inundação acordou todos aquela manhã, um idoso saiu de sua casa para saber o que estava acontecendo, seus vizinhos estavam empacotando as coisas quando viram o idoso e ofereceram ajuda para ele.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
Assim os vizinhos terminaram e foram embora, a água chegou na cintura do idoso e um homem apareceu com uma caixa na cabeça e ofereceu ajuda ao idoso.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
O homem desejou boa sorte e partiu, a água subiu muito e o idoso teve que se abrigar no telhado, a equipe de salva vidas apareceu no bote e ofereceu ajuda.
-Não obrigado. -respondeu o idoso. -Eu sou um homem crente, Deus com certeza irá me salvar.
A equipe insistiu, mas como tinha outras vítimas a salvar acabou indo embora, deixando o idoso em cima do telhado que repetia a mesma frase. A casa desabou pela força da água e o idoso se afogou, ao chegar no céu ele perguntou a Deus:
-Sempre fui um homem crente a Ti, Deus, porque não me salvaste quando precisei?
-Meu filho, eu lhe mandei ajuda três vezes e você negou minha ajuda."
Ou seja, Deus está em cada um de nós, ou melhor dizendo, Deus é o somatório de toda vida, vejam o que uma simples formiga pode fazer, imagine o ser humano ou outras espécies. Somos incríveis por simplesmente estarmos vivos. Somos Deus de nossa vida, a cada nascimento, cada vida, cada ser é Deus surgindo cada vez mais. Vale ressaltar que não somos Deus, apenas fragmentos dele.
Cada ser junta um pouco de conhecimento que somado de todos será o conhecimento absoluto de Deus, somando nossas experiências e vivências acaba-se tendo onisciência e onipresença.
Mas é claro que posso estar errado e isso tudo que falei não passe de um monte de bobagem. Mas fazer o que é assim a vida.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Um dollar por seus pensamentos
Um dollar para quem me possa dizer o quê as pessoas procuram em suas vidas
Um dollar para quem me possa dizer o por que as pessoas precisam de coisas e mais coisas sendo que não vai ter utilidades para ela para sempre
Um dollar para quem me possa demonstrar por que o certo de um é a maneira de condenar os certos de outras culturas
Um dollar para quem me possa dizer por que cometemos erros quando deviamos acertar, quando tudo que deveria ser simples se torna complicado.
Um dollar para quem pudesse me dizer se Deus existe
Um dollar para que possa buscar a minha felicidade
Apenas um dollar.
.
.
.
Sabe uma que não consigo entender? Por que o conhecimento nos traz tanta infelicidade? Quando sabemos das coisas a nossa vida toma outro rumo, as pessoas se preocupam com futuro, com questões sociais, política e economia, a vida seria mais fácil com todos ignorantes e estúpidos?
Já não consigo enxergar assim, eu tenho sede por conhecimento, quero aprender sobre culturas, ideias e teoria, quero explorar a complexidade humana em seus alicerces e exemplifica-los as pessoas interessadas, posso ser mais um maluco de uma multidão, como também posso estar completamente errado, mas isso não muda o meu caráter ou me deixa em uma pior opinião que muitos, apenas que há um equivoco nos meus ponto de vista, mas sinceramente e daí? Por que eu tenho que acertar? Por que eu tenho que fazer o "direito"? Se uma coisa foi projetada para ser aquilo por que não posso inovar, ou até mesmo buscar novas formas de utilizar determinado material?
Um exemplo disso é um dado. Se perguntar quantas faces tem um dado 93% das pessoas irão dizer que tem 6 lados, e outros 6% vão querer fazer uma piadinha com dado. Somente 1% das pessoas que você perguntar irão dizer depende de que lado. As pessoas estão condicionadas a pensar nas mesmas coisas, não há espaço para a criação e inovação, que entre eles até mesmo é muito limitado, o que não faz sentido? Por que querer inovar e criar se há limites até onde você pode ir?
Um dollar para quem me possa dizer o por que as pessoas precisam de coisas e mais coisas sendo que não vai ter utilidades para ela para sempre
Um dollar para quem me possa demonstrar por que o certo de um é a maneira de condenar os certos de outras culturas
Um dollar para quem me possa dizer por que cometemos erros quando deviamos acertar, quando tudo que deveria ser simples se torna complicado.
Um dollar para quem pudesse me dizer se Deus existe
Um dollar para que possa buscar a minha felicidade
Apenas um dollar.
.
.
.
Sabe uma que não consigo entender? Por que o conhecimento nos traz tanta infelicidade? Quando sabemos das coisas a nossa vida toma outro rumo, as pessoas se preocupam com futuro, com questões sociais, política e economia, a vida seria mais fácil com todos ignorantes e estúpidos?
Já não consigo enxergar assim, eu tenho sede por conhecimento, quero aprender sobre culturas, ideias e teoria, quero explorar a complexidade humana em seus alicerces e exemplifica-los as pessoas interessadas, posso ser mais um maluco de uma multidão, como também posso estar completamente errado, mas isso não muda o meu caráter ou me deixa em uma pior opinião que muitos, apenas que há um equivoco nos meus ponto de vista, mas sinceramente e daí? Por que eu tenho que acertar? Por que eu tenho que fazer o "direito"? Se uma coisa foi projetada para ser aquilo por que não posso inovar, ou até mesmo buscar novas formas de utilizar determinado material?
Um exemplo disso é um dado. Se perguntar quantas faces tem um dado 93% das pessoas irão dizer que tem 6 lados, e outros 6% vão querer fazer uma piadinha com dado. Somente 1% das pessoas que você perguntar irão dizer depende de que lado. As pessoas estão condicionadas a pensar nas mesmas coisas, não há espaço para a criação e inovação, que entre eles até mesmo é muito limitado, o que não faz sentido? Por que querer inovar e criar se há limites até onde você pode ir?
Viu? Dados de várias faces. Isso que é inovação, pegar algo antigo, criar uma nova forma e novos usos, inovação por completo.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Skeleton Archer
Capítulo
1- Quem ou O Quê?
Lá estava eu me espreitando nas
sombras, fazendo o mínimo som possível que chegava a ser tornar um sussurro no
meio do maracanã num jogo do Brasil, havia carros empilhados por toda parte,
montes de terra e lixo se erguiam e formavam pequenas montanhas. O chão era
completamente de terra há muito tempo que a vegetação desistiu de crescer num
lugar assim, o ferro-velho abandonado seria palco para um show, um show de
morte, sangue e justiça. Como primeiro ato o crime organizado, segundo ato EU e
no terceiro a Morte. As ferragens outrora carros e máquinas úteis agora eram
pilhas de sucatas, mas essa noite elas ganharam novamente um uso, elas eram o
meu esconderijo.
Por volta da uma da manhã os
carros aparecerão, era uma compra de drogas, os bandidos desceram dos carros se
examinaram e cumprimentarão-se calorosamente. De onde eu estava vi a maleta com
dinheiro ser aberta para eu poder contar e a da droga ser conferida, apesar de
ser um trabalho corriqueiro estavam nervosos, nervosos demais, hora de
trabalhar. Na minha mão esquerda tinha um arco feito de ossos, o do meio era um
osso curvo e grande, as pontas de arco curvavam para trás era feito por vários
ossos pequenos como as pontas da mão, a corda era feita de uma cartilagem
resistente e elástica. As flechas vinham do meu ombro direito três lanças
feitas de vários ossos pequenos ficavam a mostra, puxei duas e imediatamente
cresceu mais duas do lugar das retiradas.
Armei as duas flechas e apontei
na cabeça de dois bandidos que conversavam coisas corriqueiras, tencionei a
corda até minha mão encostar quase no meu ouvido e numa vibração duas colunas
de sangue explodiram, corri rapidamente e puxei mais duas e plum mais dois já
eram, corri um pouco mais e escalei uma coluna de carros e disparei
uma,duas,três vezes que foi acompanhado pelos corpos dos bandidos. Os sete
bandidos morreram sem nem ver o que tinha os atingidos, desci da coluna e caminhei
até eles, todos mortos e dei um sorriso.
Empilhei as drogas no chão e
cheguei à maleta com o dinheiro, como desconfiava havia um localizador entre as
notas, joguei entre as drogas e com um isqueiro e um pouco de gasolina pus
fogo. Peguei o dinheiro e coloquei na minha mochila e peguei “emprestado” um
carro acho que era uma Mercedes, parei na primeira lanchonete e no estacionamento
abandonei o carro e segui a pé. Enquanto bebia um copo de coca e comia um
X-burguer olhei para o céu, estava sem nuvens e percebi as estrelas mais fortes
brilhando conseguindo romper a luz de uma cidade. Não pude evitar que minha
mente vagasse pelo espaço e tempo.
Lembrei-me justamente dos meus
dias mais infelizes na terra, quando eu tinha oito anos andava com minha
vizinha para cima e para baixo, éramos inseparáveis e toda tarde íamos para uma
pequena clareira na floresta e brincávamos com o arco e flecha dela, disparando
num alvo preso numa árvore. Meus pais vivam modestamente e não tinha o luxo de
comprar um arco para mim, mas não me importava afinal garantia que eu e
Cristina ficássemos juntos, até que em um dia. Atirei uma flecha longe do alvo
e Cristina falou:
—Ih! Rodrigo que tiro foi esse?
Errou feio.
—Você ouviu isso?
—O quê?
Estava assustado, não é todo dia
em que um rugido de uma fera fala o seu nome, senti meu suor encharcar minhas
roupas e leves tremores desciam pela minha coluna fazendo meu corpo tremer e
estava ciente que Cristina tava começando a se assustar.
—Eu ouvi um-um rug-grito me-me
ch-chamando.
Ela se aproximou e deu um abraço
em mim e ficou comigo até que eu pudesse me acalmar.
—Melhor?
—Sim. Obrigado.
—Não tem o que temer, certo?
—É acho que tem razão e além
do...
Uma risada explodiu em minha
cabeça e falou “Não há razão para temer? HA HA HA espere até ver você, maldito
de sangue. HA HA HA.”
De repente senti pontadas de dor
pelo meu corpo e ao ver meus braços, ossos perfuraram minha pele e rasgavam
minha camisa. Gritei, mas que inferno era esse! Um tapa na cara me fez parar de
gritar, uma exclamação de dor e um olhar furioso de Cristina.
—Pare de gritar um momento
Rodrigo.
—... —não sabia o que fazer ela
me deixou em choque.
—Ai! Calma tenho certeza que tudo
vai se resolver se você se acalmar, tá vendo esses ossos pararam de crescer.
—Você pode vê-los?
—Claro que posso.
—Mas o que está havendo comigo?
—Calma, primeiro toda vez que
você fica calmo esses ossos para ou somem e segundo de que adianta essa
gritaria?
Não me acalmei, mas não me deixei
o desespero me tocar. Respirei fundo e de olhos fechados imaginei meu corpo
voltando ao normal, uma sensação nunca sentida percorreu meu corpo.
—Rodrigo!
—O quê?
—Veja! Sumiram muitos.—meus
braços ainda tinha alguns pontos brancos mas eram poucos.—O quê você fez?
—Nada, acho... só imaginei meu
corpo ao normal.
—Acho que esses ossos respondem
aos seus pensamentos. Vamos imagine sem nenhum osso, como era antes.
Obedeci e pelo gritinho de
exclamação deu certo. Já estava ficando tarde e resolvemos voltar no dia
seguinte e discutir o ocorrido. A noite foi inquieta e não preguei o olho nem
sequer um minuto, fingi para meu pai e para os professores esperando a tarde
onde poderia enlouquecer sem a olhar crítico das pessoas. Cristina apareceu na
hora marcada e antes que eu fizesse qualquer coisa ela pediu um minuto, ela
procurou um galho médio no chão e falou:
—Pronto, estou preparada para te
parar.
—Para quê o galho?
—Da última vez acabei machucando
meu braço, tenho certeza que não irá te machucar.
Ok...Isso já estava ficando
estranho, o quê ela ia fazer? Me bater? Tomara que não precise fazer isso.
—Então o que eu devo fazer? Por
que você quis me ver hoje, Cristina?
—Acho que você tem que controlar
esse dom.
—Hã? Você está doida?
—Veja bem Rodrigo se você não
tiver o controle total é bem provável que se você estiver em outra ocasião e
não ter o controle você poderá machucar as outras pessoais. Eu vou te ajudar,
não se preocupe.
—Não me preocupar?! Eu sou um
monstro, nunca mais poderei me misturar com as outras pessoas. Se afaste de mim
antes que você se machuque.
—Rodrigo! Não se sinta assim, é
tudo questão de se acostumar. Veja você ainda não reclamou ainda da dor.
Olhei para meus braços e vi que
eles adquiriram os ossos, mas não sentia nem sequer uma dor. Sorri para
Cristina, ela tinha descorbeto era tudo questão de controle, não deu nem três
horas da tarde e conseguia controlar perfeitamente as aparições e desaparições.
Apesar da estranheza sorríamos um para o outro contentes, naquela tarde
descobri que podia tirar os ossos e lançá-los da minha pele.
—Que massa agora você só precisa
comprar um arco para usar essas flechas infinitas.
Meu pensamento se fixou em um
arco, logo senti minha camisa rasgando horizontalmente de minhas costas com uma
mão puxei um arco feito de ossos e cartilagens.
—Rodrigo? Isso é maravilhoso.
Agora você é um super-herói.
—Que conversa é essa? Não salvei
ninguém até hoje.
Rimos mais um pouco, mas como
nada dura para sempre e de repente alguém vêm sacanaear com você. Quando
recolhi os ossos e nos preparávamos para ir embora, antes de saímos da floresta
nosso caminho foi barrado por um homem. Seus cabelos sujos e grandes caiam
sobre seu rosto manchado por fuligem e terra, ele vestia um sobretudo marrom e
havia claramente um brilho metálico, ele falou com um sorriso estranho no
rosto:
—Estão perdidos, guris?
—Não. —respondi rapidamente
tentando contorná-lo, mas as pernas dele acompanhavam meus dribles.
—É perigoso andar nessas bandas
desprotegido, guris, algo pode acontecer e me sentiria mal por isso. —seu
sorriso estranho e um olhar de malicioso faziam suas palavras saírem vazias.
—Nossos pais estão logo ali. —falou
Cristina tentando controlar seu medo, ela estava tremendo de medo podia sentir
enquanto colocava meu corpo para protegê-la.
—Então acho melhor levá-los até eles.
—ele avançou contra nós e imediatamente pulei contra ele gritando “CORRE!!!”,
depois recebi um golpe no rosto e perdi a consciência.
Escuro.
Muito escuro.
Meu rosto começou a arder, tentei
abrir meus olhos e descobri onde eu estava meus ouvidos captavam uma fogueira e
uma risada. Finalmente meus olhos entraram em foco e pude enxergar o bandido
amarrando Cristina enquanto passava a língua em sua face, por um momento me
senti preso, mas logo minhas mãos se soltaram facilmente uma onda de raiva e
força assolou meu corpo e nublou minha visão.
Senti que não havia controle do
meu corpo e só queria matar o filho da puta, mas antes eu tinha um dever para
com Cristina, meu corpo obedecia a um comando. Senti o arco saindo saquei e do
ombro direito saíram três flechas, puxei uma e tencionei o arco e atirei na
corda que prendia Cristina e ela caiu no chão. O bandido sacou o revólver e
apontou na minha direção e um clarão iluminou a floresta, de repente tudo ficou
calmo e nenhuma preocupação passou pela minha cabeça e pude reparar as estrelas
enquanto eu caia em direção ao chão, será que é assim que se sente uma estrela
cadente? O filho da mãe ainda não tinha terminado e apontou de novo a arma, eu
mantia um olho mirando nele enquanto via Cristina correndo em minha direção,
ela passou por ele num segundo e um segundo clarão iluminou a floresta, senti
um peso acertando meu braço. Estranhamente uma coisa macia encostou em minhas
mãos como se fosse uma tentativa de me manter na realidade.
MISERÁVEL! Agora nada mais me
importava Cristina foi atingida, lágrimas saíram poderosas de meus olhos, uma
dor explodiu em meu peito e todo meu corpo estremeceu, de repente senti várias
pontadas saindo pela minha pele. Depois disso só captei sons, sons de madeiras
rachando ou se quebrando, sons de milhares de coisas rasgando o ar e o
principal som de um grito assustado que virou de dor e depois silêncio.
Silêncio.
As estrelas brilharam
intensamente, mas logo foi substituída por uma floresta, uma nova floresta. As
árvores eram finas e se contorciam, os troncos eram cobertos por musgo verde e
havia uma estranha névoa impedindo de eu ver mais do que 10 metros adiante. Eu
encarava um caminho que se seguia reto até a névoa torná-la branca, como eu
havia chegado aqui? Onde é aqui? E o principal eu estaria morto?
—Morto? Não meu amigo, não está
morto e espero que não esteja tão cedo, senão não ia acompanhar seu sofrimento.
Mas porque caístes tão rápido?
Uma forma negra surgiu da névoa
branca em minha frente e avançava até parecer alguém vestindo um manto negro
que cobria o corpo todo impedindo de uma descrição mais detalhada. A única
coisa que se podia dizer era o estranho som de sua voz era uma fala mansa
mesclada com um rugido de algum animal. Um estalo, era a mesma voz que me
incomodará ontem.
—É era eu. Chamei-te aqui para
falarmos de seu potencial. —ele esperou alguns segundos. —Realmente estou
impressionado com sua dominação em tão pouco tempo, sendo sincero não esperava
que um humano fosse conseguir dominar tão rápido. Mas agora que você tem o
controle devo lhe avisar que seus outros sentidos irão aumentar gradativamente,
você será mais rápido, mais forte, sua visão, audição, tato, paladar e seu
olfato irão se tornar superiores aos humanos normais. —houve uma respiração
onde pude ver um pequeno brilho laranja e vi de relance um sorriso grande em
seu rosto, os dentes na verdade pareciam presas assassinas.
—Meus dentes? Relaxes, não podem
te ferir além do mais sinto que você será interessante de ver. Mas voltando aos
negócios vou lhe dar mais um presente, seu olho esquerdo terá o meu dom de
enxergar além do tempo. Por hoje acabei logo vão te encontrar e quero ter tempo
para lhe dar mais um presente, o da discrição, aprenda bem essa lição, meu
amigo.
A estranha floresta sumiu como se
fosse de açúcar e um rio atravessam por ela, as estrelas voltaram a brilhar no
céu, era uma noite sem nuvens onde podia enxergar a luz de cada estrela no céu.
Algo suspirou em meu ouvido e uma voz sufocada falava:
—Rodrigo, vo-cê me salvou. Prometa-me
que sempre será assim, corajoso e guerreiro, meu guerreiro. N-não se
pre-preocupe comigo es-estarei bem.
Os lábios dela encostaram
rapidamente na minha boca, havia gosto de sangue. Ela se afastou e voltou a
falar em meu ouvido:
—Sem-sempre te amei.
Novamente silêncio.
Acordei numa cama fina e um forte
cheiro de hospital entupiu minhas narinas, estava no pronto-socorro de meu município,
meu corpo todo estava doendo principalmente em dois lugares no tórax, onde a
bala tinha me acertado e no rosto sendo que eu não me lembrava de nada acertando
meu rosto. Um grito de exclamação e logo fui acolhido por dois braços gentis:
—Rodrigo! Tudo bem com você?
—Calma mãe me deixe respirar.
—Ah! Graças à Deus que você está
bem. Senti tanto medo que você não...
—Está tudo bem mãe, relaxe.
—Er... Com licença. —falou o
delegado com sua voz baixa e confiante. —Sei que ele acabou de acordar, mas é
preciso fazer umas perguntas, coisa rápida.
—Claro delegado, pergunte. —falou
minha mãe, acho que também estava curiosa sobre o que aconteceu, senão ela não
permitiria essa interrupção.
—Rodrigo, o que você pode dizer
sobre o ocorrido?
—Eu e Cristina havíamos estado na
clareira à tarde e quando voltamos fomos surpreendidos por aquele homem, ele me
acertou e eu desmaiei.
—Continue, filho.
—Bom depois acordei no acampamento
dele e... e...
—Acho que conseguimos descobrir
que ele subestimou vocês e amarrou nós bem fracos, deduzi pelas cordas que
encontramos lá. Depois disso um morador que estava ajudando nas buscas viu um
clarão e outro seguinte, o que foi comprovado pelos buracos de bala. A única
coisa que não descobrimos foi à causa da explosão.
—Explosão?!
—Não posso afirma que foi uma
explosão visto que não houve fogo, mas não conheço nada que teria destruído
tantas árvores em tão pouco tempo.
—O que aconteceu com o bandido?
Ele... fugiu?
—Não se preocupe o que sobrou
dele foi enterrado no local.
—“o que sobrou dele”?
—Não era nada bonito o cadáver,
mal podíamos identificar. Você viu algo estranho?
—Desculpe, delegado.
—Tudo bem, é uma sorte ter você
de volta.
—Mãe posso ver Cristina?
Um silêncio estranho ecoou pelo
quarto e a tensão era tanto que eu podia pegá-la com minhas mãos.
—O que aconteceu?
—Rodrigo, você foi o único
sobrevivente.
Não...não...NÃO!! Não podia ser
verdade Lágrimas caiam de meu rosto e eu não conseguia respirar, uma dor maior
alcançou meu coração e se firmou lá, eu não conseguia pensar e sentia que meu
corpo todo estremecia. Era o fim...
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