sábado, 25 de outubro de 2014

Aventura no Velho Oeste

 O sol castigava o solo que não via água há muito tempo, o sol era somente mais um círculo amarelo que ignorava a vida naquela região. Um pequeno lagarto colocou sua cabeça para fora da toca, era hora de proxurar outro lugar com mais comida, ele andou ligeiro por alguns metros até encontrar algo estranho, era preto, ardia com o sol e tinha madeira horizontalmente esáçada de tempos em tempos. Ele subiu no metal ardente e começou a sentir uma vibração que aumentava a cada seundo.Ele pulou para fora enquanto aquela gigantesca coisa passava veloz, alheia a natureza em sua volta.
 O trem avançava no trilho, de acordo com os cálculos do maquinista estavam 16 minutos adiantado, um ótimo tempo para aquela velha máquina que segundo o dono da ferrovia não passava de uma mera de asno.
 Em um dos vagões estava repleto de pessoas do mais diferente tipo, um índio e seu filho sentavam mais afastados dos rancos, no ínicio do vagão um coro de igreja ajeitavam seus últimos acordes, alguns homens de negócios, algumas senhoras acompanhando adoráveis senhoritas e pessoas estrangeiras, com panos na cabeça segurado por uma pequena corda negra, suas roupas eram largas e sua pele bronzeada, seu cabelo e sobrancelhas eram grossas e escuras. Haviam três deles no vagão.
 O trem sacolejava levemente, um tremor que as pessoas se acostumaram depois de algumas horas.
 O apito tocou três vezes e tudo aconteceu rápido, os estrangeiros levantaram, um sacou um rifle Winchester, outro tirou duas colt e o terceiro sacou duas lâminas curtas e curvas doe suas vestes:
 -Ninguém se mexe!!
 Um home de terno, com seu chapéu coco levantou dizendo:
 -O que é ... -o resto da frase se perdeu quando teve sua garganta destruída pelo tiro do rifle.
 O medo se instaurou rápido e as mulheres recuaram de medo e os homens abaixaram sua cabeça.
 Os criminosos se espalahram pelo vagão apara controlar os passageiros. Uma mulher perto do homem com as lâminas tirou rapidamente o colar e os brincos e estendeu para ele. Com um movimento rápido sua mão não estava mais lá e o grito de dor e medo rasgou a alama das pessoas do vagão.
 -Pensam que queremos seu dinheiro imundo? Suas joias de porcos, seus pagões miseráveis? Não quero tocar nessas imundices que vocês carregam.
 -O que vocês querem? -perguntou um senhor de idade que mantinha os olhos nas armas mal olhando para os bandidos. 
 -Em palavras simples? Justiça e sangue. Muito sangue.
 Aos poucos as pessoas notaram que o tremor do trem estava mais constante, mais ´rapido e forte. o trem acelerava cada vez mais rápido 
 -O QUE VOCÊS QUEREM?! -gritou o senhor de novo, já suspeitando que aquilo não era um roubo comum, senão por que acelerar em vez de desacelerar o trem?
 -Queremos a glória de Tahn-ti.
 -Than-ti. -disseram os dois criminosos em unissóno. 

 E agora o que você faz?

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