Na parte média da cidade, havia uma pequena taberna, uma taberna um pouco diferente, pois nesse lugar o dono também era um tabelião e o seu amor por livro estava a mostra pelos livros na taberna, toda a manhã ele colocava diferentes folhetins com histórias curtas em cima da mesa. Era realmente uma taberna incomum.
Era um dia bem comum, até aquela mulher entrar, o tabelião já tinha visto guerreiras antes, mas essa era enorme, deveria ter pelo menos 2 metros e era toda musculosa, nas suas costas havia uma enorme claimore que poderia partir ao meio muitos homens.Seus olhos estudavam o lugar e deduzindo pelo olhar ela desaprovava tudo.
O tabelião olhou em volta, havia alguns clients, mas nenhum que achasse que iria provocá-la, eram mais estudiosos e estudantes que se reuniam ali depois das aulas e outras coisas, pessoas que procuravam mais pessoas em comuns com a inteligência do que outra coisa. Aquela figura lançou uma mistura de medo e outras coisas.
A mulher se dirigiu ao bar, enquanto isso muitos simplesmente fugiram quando ela deu chance. Ela estudou o dono, um homem normal, sem nada que chamasse a atenção, exceto o longo casaco vermelho que usava.
-Pois não?
-Mas que porra de taberna é essa?
-O que lhe interessa?
-Como?.
-Perguntei o que interessa o meu estabelecimento para você.
-Eu ouvi, como você ousa falar assim com uma cliente?
-Eu até agora não ouvi nenhum pedido.
-Que seja, eu quero um pedido de desculpas e que você vá se fuder!
-Não tem isso no cardápio. Mas se quiser ali na esquina tem uma puta, acho que você pode ser sua mãe, por que não pergunta para ela um lugar que lhe sirva.
-Seu...
Ela recuou para dar um soco, mas o dono se esquivou, ela continuou a tentá-lo acertar, mas ele simplesmente se esquivava.
-Fique parado seu macaco.
-Fique mais rápida vadia.
Os que não fugiram assistiam aquela luta com total atenção. muitos viram a veia da testa da mulher pulsando do pescoço e não demorou para ela empunhar sua espada.
-Vou te fatiar como o porco que você é.
-Ai, esperava que você simplesmente fugiria.
Ela atacou pela esquerda, o dono esquivou girando para a direita. Os dois congelaram e de repente sangue se espichou para o chão.
O dono segurou um corte no antebraço com a outra mão.
-Não é que você é boa?
-Miserável.. -sangue jogo no chão e sua uma tosse forte com sangue saiu do do seu interior. -Você foi melhor.
Ela desfaleceu no chão.
O dono da taberna tinha nas mãos dois pequenos machados, geralmente escondido entre as mangas do casaco. A final de contas ser dono de uma taberna era uma profissão perigosa.
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