Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Mais uma vez
Mais uma vez meu celular foi de encontro ao chão espatifando-se todo. Que puta merda sem sorte...
"A sorte era mesmo uma puta, e eu estava sem dinheiro para pagá-la."
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