Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
domingo, 22 de setembro de 2013
O que eu quero
Pode ser meu estado letargia, mas eu estou buscando concretizar meus sonhos, estou buscando minha evolução de vida, estou cansado de ficar na mesmice de minha mente. quero inovar, quero criar e acima de o meu lar, tudo que quero é poder ter em e casa, na minha casa, um ponto onde a minha cabeça não seja tão afetada pela atitude das outras pessoas e que o sentimento de liberdade observe o caminho que me foi imposto. As rodas continuava a girar não importando o quanto eu quisesse parar e desver, sabia que era um pesar dificil decidir.
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