Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
domingo, 29 de setembro de 2013
É o fim
Não importa o quão bom tenha sido no passado, o quão bom seja a companhia dela. Uma hora é hora de dizer adeus. Até nunca mais.
Olhando pelo lado bom eu conseguir consertar o erro no computador que me impedia de entrar no blog.
Desse jeito
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