Na cidade havia uma taberna peculiar, seu dono um antigo tabelião que herdara o estabelecimento de seu velho pai ainda mostrava o quão as palavras eram importantes. Atrás do bar, livros de sua coleção, enfeitavam a parede comida pelo tempo. Em cada mesa havia um conjunto de folhetins. Tudo em papel de segunda, afinal bebidas e livros não combinavam. As vezes o Tabelião simplesmente oferecia amendoim, uma caneca gelada de cerveja e ouvia as conversas do cliente. Essas são suas histórias.
sábado, 7 de setembro de 2013
Sinceramente.. Eu não sei o que pensar.
Sério, o que diabos as pessoas querem de mim? Eu estou cansado de tentar ser perfeito, estou cansado que esperem algo de mim e acima de tudo eu estou farto de olhar para o monstro de olhos de vidro e ver apenas o meu próprio reflexo. O que diabos esse monstro que me atormenta quer? Por que só há o meu reflexo, ele está lá parado olhando para mim, não importa para qual direção eu me vire, só há a merda daqueles olhos inexpressivos.
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